Bom Jesus, Lomba de Pinheiro e centro de Porto Alegre: a periferia cria 'na marra' seu acesso à Educação na pandemia

Minha Quebrada
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O segundo episódio da série Minha Quebrada mergulha na periferia do Rio Grande do Sul para entender como ações isoladas de pais e professores fazem jovens e crianças seguirem estudado em meio à pandemia.
O segundo episódio da série Minha Quebrada mergulha na periferia do Rio Grande do Sul para entender como ações isoladas de pais e professores fazem jovens e crianças seguirem estudado em meio à pandemia.

Para crianças e jovens em todo o Brasil a solução, mesmo que não 100%, dos problemas com escola em tempos de pandemia do novo coronavírus foi a educação à distância (EAD). Para muitos outros, no entanto, essa possibilidade sequer foi cogitada.

Sem acesso ao EAD devido às limitações das comunidades onde vivem, jovens e crianças periféricos de todo o Brasil se veem diante da falta de auxílio público que garanta sua continuidade no acesso à educação como fazem os alunos da rede particular.

O problema persiste desde março e tem afetado alunos das comunidades Bom Jesus, Lomba de Pinheiro e do centro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O segundo episódio da série Minha Quebrada mergulha nessa periferia para entender como ações isoladas de pais e professores fazem jovens e crianças seguirem estudado em meio à pandemia.

Assista ao episódio:

“Obrigada por toda a preocupação com nosso futuro, viu?”. É assim que a educadora Jardelia de Sá é agradecida por uma das aulas que ela decidiu auxiliar durante a quarentena. Ela diz que ao se deparar com esses alunos, realizou que as atividades distribuídas eram ainda piores dos que as já defasadas atividades que os jovens recebiam nas aulas presenciais.

Assista também:

O movimento interno de ajuda é o que tem salvado as comunidades não apenas quando o papo é educação. No episódio do Rio de Janeiro vimos como a galera da quebrada tem se unido para comunicar e espalhar palavras de prevenção que salvam vidas e faltam das autoridades. O produtor Luís Ferreirah nos leva por dentro da quebrada gaúcha para sabermos como essas crianças ainda têm acesso ao saber.

Nossa série ainda viajará para São Paulo, Brasília e Salvador para mostrar como as quebradas pelo Brasil estão se virando na pandemia.