Bolsa de valores brasileira acumula queda de 5,84% no ano

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
B3 em queda. (Foto: AP Photo/Andre Penner)
B3 em queda. (Foto: AP Photo/Andre Penner)
  • Ibovespa acumula queda de 5,84% no ano.

  • No mês, houve alta de 1,84%.

  • Ritmo negativo é influenciado pela crise da COVID-19.

O começo do ano tem sido, em média, negativo para os investidores da bolsa de valores brasileira.

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Nesta quarta-feira (24), o Ibovespa, índice da B3 de São Paulo, registrou baixa de 1,06% com 112 mil pontos. Na semana, a queda acumulada é de 3,58%. Apesar de o mês ter alta de 1,84%, no ano, a queda é de 5,84%. As informações são de reportagem do portal de notícias G1.

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COVID-19

O ritmo negativo da bolsa vem sendo influenciado principalmente pelas perspectivas ruins da crise do novo coronavírus no Brasil, que piorou nos últimos meses com a incapacidade do governo federal de montar uma ação coordenada capaz de mitigar o espalhamento da doença.

Com a piora no quadro da saúde nacional, novas ondas de lockdown foram impostas nos estados, levando a um novo esfriamento da economia, já abalada pela onda anterior de fechamentos.

Memórias de março de 2020

Neste mês de março completa um ano de um período especialmente difícil para a bolsa de valores brasileira, quando o sistema de "circuit break" precisou ser acionado diversas vezes para conter as fortes perdas experienciadas nos pregões. O "circuit break" da B3 é ligado, e as negociações são interrompidas, quando há perdas acima dos 10%. Somente naquele mês de março de 2020, o sistema foi acionado seis vezes. Na história da bolsa, ele foi acionado 24 vezes.

Naquela época, os temores em torno da chegada do coronavírus ao Brasil foram o grande responsável pela derrubada dos índices, que não viviam uma pressão semelhante desde a crise global dos subprimes de 2008.

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