Bitcoin já usa tanta energia quanto toda a Suécia

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Imagens de cidade na Suécia. Prédios iluminados à beira-mar; o sol se põe no horizonte.
Suécia.
  • Consumo de energia do bitcoin segue subindo.

  • Valorização da moeda fez disparar o consumo elétrico.

  • Rede já consome o mesmo que toda a Suécia.

Com a valorização contínua do bitcoin, a rede de computadores que sustenta sua operação também bate recordes de consumo de energia.

Leia também:

Segundo os mais recentes cálculos, citados pelo site Business Insider, a rede do bitcoin atualmente consome a mesma quantidade de energia que toda a Suécia.

E conforme a moeda segue valorizando, esse “dreno” energético deve continuar aumentando.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

Isso porque mais “mineradores” entram no mercado para realizar as operações criptográficas necessárias para se obter um bitcoin e colocá-lo na blockchain – para depois ser negociado nas corretoras espalhadas pelo mundo.

Mas os defensores do bitcoin não parecem muito preocupados por isso, mesmo recebendo críticas duras de grandes nomes da tecnologia, como Bill Gates.

Segundo eles, outras fontes de reserva de valor também geram grande impacto ambiental: como o custo da destruição causada ao ambiente por minas de ouro, por exemplo, e outros metais.

Bitcoin

O bitcoin é a mais famosa e valiosa criptomoeda do mundo atualmente. Começou a ser negociada publicamente em 2010, quando custava centavos de dólar, e desde então vivenciou uma vertiginosa valorização.

Até 2020, seu preço flutuava em torno dos R$ 10 mil, e chegou a cerca de R$ 3 mil no ano passado.

Mas, a partir da virada do ano, o ativo viu seu preço subir constantemente, e agora é negociado a quase R$ 60 mil, depois do “embarque” de grandes empresas, como a Tesla de Elon Musk, e de outros participantes institucionais do mercado.

Criptomoedas

As criptomoedas são uma classe de ativos digitais, baseados na blockchain – uma espécie de “livro de registros” digital. Na blockchain, é possível registrar de forma transparente a entrada de novos bitcoins no mercado (após serem “minerados”) e também transações entre diferentes carteiras.

Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube