15 vezes que Billy Porter fez mais para pessoas de gênero fluido que Harry Styles

Ator, cantor, roteirista e ícone fashion, Billy Porter se indignou ao ver Harry Styles na capa da revista “Vogue” dos Estados Unidos usando vestido e promovendo a discussão sobre roupas sem gênero definido na modelagem ou na forma de usar.

Em entrevista ao “The Sunday Times' Style”, o artista confessou ter ficado decepcionado por ter sido pioneiro a alavancar a moda não binária - que atravessa os estereótipos do que é estilo feminino e masculino.

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“Eu, pessoalmente, mudei todo o jogo. E isso não é ego, é apenas um fato. Fui o primeiro a fazer isso e agora todo mundo faz. Sinto que a indústria da moda me aceitou porque tem que aceitar. Não estou necessariamente convencido e aqui está o porquê. Eu criei a conversa [sobre moda não binária] e ainda assim a ‘Vogue’ colocou Harry Styles, um homem branco heterossexual, em um vestido em sua capa pela primeira vez", desabafou.

Em sua história pública, desde que ganhou destaque na carreira por conta da série “Pose”, ele não passa desapercebido e rompeu barreiras ao cruzar os tapetes vermelhos mais concorridos da indústria com looks icônicos e invejáveis.

Nessa galeria você encontrará diversos momentos que ele foi elogiado não só pela indústria da moda pela qualidade e elegância dos looks escolhidos, mas por toda a comunidade LGBTQIA+ por inspirar e reforçar questões de representatividade ocupando espaços de maneira tão autêntica.

"Isso é política para mim. Esta é a minha vida. Tive que lutar minha vida inteira para chegar ao lugar onde eu pudesse usar um vestido para o Oscar e não ser baleada agora. Tudo que ele tem que fazer é ser branco e heterossexual", completou.

Moda sem gênero

Depois de anos reforçando padrões do que é masculino e feminino, com a chegada dos Millenials e os GenZ a indústria da moda entendeu (em parte) que não lhes cabia mais direcionar padrões e os novos consumidores iriam usar o que lhes agradassem.

Assim as marcas começaram a inserir peças comumente do vestuário feminino em modelos masculinos. Foram saias, vestidos, casacos, sapatos, acessórios e outras coisas que ganharam novas cores e designe para atender uma ‘transição’ ao público comum.

Marcas surgiram sem o direcionamento de gênero e adaptando suas modelagens para que vários corpos possam se sentir confortáveis em suas roupas em um movimento que chegou até grandes marcas que desfilam em semanas de moda ao redor do mundo.

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