Bill Gates quer entender por que as pessoas acreditam que ele seja uma ‘força do mal’

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Bill Gates. (Foto: AP Photo/Nati Harnik)
Bill Gates. (Foto: AP Photo/Nati Harnik)

Em uma recente entrevista à agência de notícias Reuters, o empreendedor bilionário Bill Gates, cofundador da Microsoft e um dos maiores filantropos do mundo, admitiu estar “surpreso” com a campanha de informações falsas sobre ele que se espalha pela internet.

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Várias teorias da conspiração que se propagam pela web, em vídeos publicados em redes sociais, YouTube, Facebook e Twitter, apontam Gates como uma espécie de “agente do mal” – cujo plano é usar as vacinas da COVID-19 para implantar chips de rastreamento na população.

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Por mais absurdas que sejam as teorias, e por mais que elas não se baseiem em qualquer tipo de fato objetivo, elas encontram um amplo público, e chegam aos milhões de visualizações.

Gates acredita que o elemento “assustador” da pandemia faz com que as pessoas recorram a esse tipo de história fantasiosa.

O irônico da situação é que a fundação de Gates foi uma das que mais investiu no combate à COVID-19.

Gates revelou que a sua fundação já investiu US$ 1,75 bilhão no combate à COVID-19, financiando pesquisas para o desenvolvimento de novos tratamentos, por exemplo.

Mas o bilionário não parece se abater. Ele quer, segundo disse à Reuters, “entender” o comportamento das pessoas que acreditam nessas teorias da conspiração, e por um motivo bastante concreto: garantir que elas não deixem de recorrer à imunização e coloquem em risco as próprias vidas.

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