Bilibili: o 'YouTube' da China que vale US$ 34 bi e tem 202 mi de usuários

Redação Notícias
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YICHANG, CHINA - JANUARY 5, 2021 - Bilibili is expected to file an IPO application with the Hong Kong stock exchange next week, seeking to raise more than $2 billion. Yichang, Hubei Province, China, Jan 5, 2021. - PHOTOGRAPH BY Costfoto / Barcroft Studios / Future Publishing (Photo credit should read Costfoto/Barcroft Media via Getty Images)
Criada em 2009, a empresa Bilibili vale US$ 34,2 bilhões no mercado americano (Zhou You/VCG via Getty Images)
  • Uma espécie um "YouTube" da China, o Bilibi chegou a 202 milhões de usuários no 3º trimestre de 2020

Criado em 2009, o site Bilibili é como um YouTube da China, com uma média de 202 milhões de usuários ativos mensais. A empresa abriu a venda de ações ao público pela primeira vez recentemente em Hong Kong e hoje vale US$ 34,2 bilhões no mercado americano. As informações são da Exame.

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No início, a plataforma apenas transmitia animações japonesas, mas agora transmite vlogs e investiu o negócio para jogos online e quadrinhos. Hoje, o faturamento do Bilibili vem de lives, serviços premium e de publicidade.

Apoiada por companhias como Tencent, Alibaba e Sony, a empresa chegou a registrar 202 milhões de usuários ativos mensais nos últimos três meses do ano. Um aumento de 55%.

Recepção em Hong Kong

Entretanto, mesmo com o aumento de usuários e da valorização da empresa, a recepção em Hong Kong não foi tão significativa. No início, o papel teve queda de 7% e, por fim, terminou com queda de 1% em relação ao valor oferecido inicialmente. 

SHANGHAI, CHINA - AUGUST 02: A cosplayer performs at Bilibili stand during the 2020 China Digital Entertainment Expo & Conference (ChinaJoy) at Shanghai New International Expo Center on August 2, 2020 in Shanghai, China. (Photo by Zhou You/VCG via Getty Images)
Empresa abriu ações para venda ao público e foi apoiada pelas gigantes Tencent, Alibaba e Sony (Zhou You/VCG via Getty Images)

Essa queda das empresas chinesas acontece devido a uma política aprovada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que vigia e pede mais documentos para comprovação de que as companhias não são controladas por órgãos governamentais.