Belo diz que setor cultural 'não teve apoio de ninguém' na pandemia

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**Arquivo**SÃO PAULO - SP- 01.05.2014 - O cantor Belo. Festa do dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador, organizado pela CUT no Vale do Anhangabaú, (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
**Arquivo**SÃO PAULO - SP- 01.05.2014 - O cantor Belo. Festa do dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador, organizado pela CUT no Vale do Anhangabaú, (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cantor Belo teve uma dupla comemoração nesta sexta-feira (22) no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Ele completou 47 anos de idade e pôde voltar ao Carnaval depois de dois anos, devido à pandemia de Covid.

Belo, que foi uma das atrações do Camarote Bar Brahma, falou da alegria de retornar à folia, de poder reencontrar amigos e de se ver em um momento com menor risco de contágio pelo coronavírus.

"A gente ficou dois anos afastado. Acho que o setor do entretenimento, da música e da arte foi muito afetado e o menos assistido [durante a pandemia]. A gente não teve apoio de ninguém", afirmou.

O cantor, que completa 35 de carreira, diz que a volta do Carnaval é um momento importante não apenas para ele e para a música. "É um momento importante para as escolas de samba, para o povo da comunidade".

Nascido em São Paulo e morando há 20 anos no Rio, Belo relembrou o tempo em que frequentava o Carnaval na capital.

"Eu sou cria daqui, eu vi esse sambódromo ser construído. Eu desfilei na Tiradentes. Eu tenho uma história tão linda com o povo de São Paulo", afirmou.

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