Atriz de "Bridgerton" se revolta com ataque gordofóbico no Globo de Ouro

Rafael Monteiro
·2 minuto de leitura
LONDON, ENGLAND - MARCH 08: Nicola Coughlan during the #March4Women 2020 rally at Southbank Centre on March 08, 2020 in London, England. The event is to mark International Women's Day. (Photo by Lia Toby/Getty Images)
Nicola Coughlan (Photo by Lia Toby/Getty Images)

Nicola Coughlan foi vítima de um comentário gordofóbico durante a cerimônia do Globo de Ouro, realizada no último domingo (28). Após aparecer com look preto, a intérprete de Penélope Featherington em "Bridgerton", na Netflix, foi chamada de "menina gorda" pela podcaster Amanda Richards.

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"Aquela menina gorda de Bridgerton está usando um cardigã preto no Globo de Ouro porque não importa o quão atraente ou estilosa você seja, se você é gorda, sempre passará pela sua cabeça usar um cardigã preto - que você até decidirá que não é uma boa ideia, mas, no final, você usará porque sente que deve", escreveu Amanda no Twitter.

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Coughlan não deixou barato na publicação. "Eu achei que o cardigã ficou sensacional. Molly Goddard usou a peça junto com os vestidos em seu desfile e foi daí que a ideia surgiu. Além do mais, eu tenho um nome", rebateu a atriz irlandesa, que seguiu o seu desabafo em sua conta na rede social.

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“Aliás, podemos por favor parar de perguntar os pesos das mulheres em entrevistas, especialmente quando é completamente irrelevante. Tenho visto muitas entrevistas de 10 anos atrás que hoje as pessoas dizem ‘perguntas completamente inapropriadas’, infelizmente ainda acontece”, pontuou.

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"Sempre que me perguntam sobre o meu corpo em uma entrevista fico profundamente desconfortável e muito triste, isso impede que eu fale sobre o meu trabalho, algo que amo. É tão reducionista para as mulheres quando essas perguntas surgem, especialmente em meio a tantos avanços em relação a diversidade", continuou Coughlan.

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"Não sou uma ativista corporal, sou uma atriz que pode perder ou ganhar peso se for uma imposição profissional. O meu corpo é a minha ferramenta para contar histórias, não é o que me define", escreveu ainda. "Eu ia amar nunca mais ser perguntada sobre isso outra vez e há muitas coisas sobre as quais amo falar. Sou irlandesa então posso falar até o fim do dia”, finalizou.

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