Atores que receberam pouquíssima grana por personagens icônicos

Rafael Monteiro
·3 minuto de leitura
Brad Pitt, Sean William Scott (o Stifler) e Taraji P. Henson já sofreram com salários baixos (reprodução)
Brad Pitt, Sean William Scott (o Stifler) e Taraji P. Henson já sofreram com salários baixos (reprodução)

A indústria de Hollywood paga milhões de dólares anualmente para as suas principais estrelas. É verdade. Mas isso não quer dizer que nunca falte dinheiro para os estúdios - ou mesmo que as distribuidoras paguem salários dignos para todos os seus profissionais.

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Por falta de prestígio ou por outros motivos bem mais problemáticos, aliás, muitos atores já precisaram aceitar salários irrisórios por personagens que se tornariam icônicos. Confira abaixo os seis casos mais icônicos:

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Brad Pitt (Thelma & Louise): US$ 6 mil

"Thelma & Louise" (1991) teve um orçamento razoável para a época: US$ 16 milhões. Mesmo assim, os produtores não ficaram convencidos que o astro em início de carreira merecia um grande salário. O ator acabou recebendo apenas US$ 6 mil pela sua ponta como J.D - o que acabou sendo um bom negócio. O longa virou um clássico e abriu portas para Pitt para outros grandes projetos de Hollywood.

Sean William Scott (American Pie): US$ 8 mil

O eterno Stifler nem imaginava que se tornaria famoso em todo o mundo com a saga "American Pie". Por isso, não pareceu mau negócio recebeu um cachê bem modesto para trabalhar no besteirol. Deu muito certo. Como o primeiro longa faturou US$ 235 milhões em bilheteria, o ator se valorizou e chegou a receber US$ 5 milhões só pela sua participação no quarto filme da franquia, "American Pie: O Reencontro" (2012).

Taraji P. Henson (O Curioso Caso de Benjamin Button): US$ 100 mil

A atriz pode reclamar por ter sido vítima de machismo e racismo no projeto. Indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel de Queenie, Henson reclamou publicamente que recebeu menos de 2% do valor pago de salário a Brad Pitt, astro do filme. “Se eu trabalhar com o Brad de novo, eu não vou perguntar quanto ele ganha. Eu não abro filmes que nem ele, então não posso esperar ganhar o que ele ganha. Mas se estou trabalhando com um parceiro e somos iguais, e você quer pagar ele mais do que eu, temos um problema. Eu tenho um problema e eu vou falar", desabafou ela em entrevista à Variety.

Jeff Daniels (Débi & Loide): US$ 50 mil

A divisão dos salários entre Jeff Daniels e Jim Carrey foi bastante injusta no primeiro filme. Enquanto o primeiro precisou se contentar com US$ 50 mil, o astro de "Todo-Poderoso" recebeu US$ 7 milhões pelo trabalho. A explicação para a diferença no tratamento passa pelo fato que Daniels não foi aprovado pelos distribuidores para o projeto.

Bill Murray (Três é Demais): US$ 9 mil

Para trabalhar com Wes Anderson, Bill Murray é capaz de tudo. Ajudando o diretor no começo de carreira, o ator não só aceitou um salário irrisório como ainda desembolsou do próprio bolso US$ 25 mil para que uma cena com helicóptero fosse gravada. O investimento foi certeiro, já que o longa é um dos maiores clássicos do cinema independente dos EUA.

Spencer Lacey Ganus (Frozen): US$ 926

Ninguém nunca entendeu o motivo para Spencer ter recebido tão pouco pela dublagem de Elsa na dublagem estadunidense. Mesmo tendo já trabalhado nas voes de filmes como "A Era do Gelo" e "Happy Feet", a atriz topou interpretar a protagonista Elsa por um valor insignificante - tendo em vista o lucro da animação da Disney: US$ 1,2 bilhão. As informações são do TMZ.

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