Atores da Globo repudiam MP de Jair Bolsonaro: “Horror”

Alinne Moraes, Johnny Massaro e Michel Melamed foram alguns dos que se manifestaram nas redes sociais (Globo/Divulgação) (reprodução/instagram @)

A medida provisória (MP) editada e publicada durante a noite deste domingo (22) causou a ira de muitos famosos. O texto autoriza, entre outras coisas, que o empregador suspenda o contrato de trabalho e o pagamento de salários por até quatro meses por causa da pandemia do novo coronavírus, o covid-19.

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“Não é no meu bolso que muda, vai ser no da maioria da população, presidente sem partido! Que horror”, escreveu Alinne Moraes em sua conta no instagram ao compartilhar uma notícia sobre o assunto. Ela ainda compartilhou outra notícia que fala sobre o corte de até 50% dos salários.

Publicações de Alinne Moraes (reprodução/instagram @alinnemoraes)

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Alinne ainda publicou o cartaz de um novo panelaço que contra Jair Bolsonaro para esta noite, às 20h30. A convocação é para repudiar os cortes de salários dos trabalhadores. O presidente vem sofrendo seguidas manifestações populares por sua capacidade de lidar com a crise do covid-19.

Johnny Massaro também usou as redes sociais para expressar sua indignação sobre a medida provisória editada pelo Governo Federal. Ele replicou manifestações de líderes políticos como Guilherme Boulos e a professora Elika Takimoto.

Publicações de Johnny Massaro (reprodução/instagram @johnnyomassaro)

Michel Melamed, ator e apresentador do Canal Brasil, também republicou postagens de críticas ao Governo. Em uma ele alerta para uma compra de máscaras do Ministério da Saúde que custaram 67% mais caras que o normal e o fornecedor é apoiador do presidente. E em outra chamou a população para o mesmo panelaço citado por Alinne Moraes.

Publicações de Michel Melamed (reprodução/instagram @michelmelamed)

Após manifestações contrárias a medida por parte de membros da classe política e da sociedade civil, o presidente voltou atrás e desistiu da medida. Ele pediu que a medida provisória fosse editada desistindo de permitir a suspensão dos contratos de trabalho e salários.