Arthur Aguiar defende Jade Picon das críticas por atuar sem registro de atriz

*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.03.2017: TEATRO-SP - O ator Arthur Aguiar na estreia do musical
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 09.03.2017: TEATRO-SP - O ator Arthur Aguiar na estreia do musical

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Campeão do Big Brother Brasil 22, Arthur Aguiar saiu em defesa de Jade Picon após críticas que a sua maior ex-rival no reality recebeu por ter sido escalada para atuar em uma novela sem ter o registro de atriz. O ator acredita que o convite para atuar na próxima trama das 21h na Globo foi uma escolha da direção e da autora da trama, Glória Perez. "Deixa ela trabalhar", começa ele.

"Se ela teve essa oportunidade, a gente deveria ficar feliz por ela. Ela está trabalhando, não está roubando, matando, não está fazendo nada de errado. Se algum diretor ou a Globo decidiu que Jade é importante para aquele trabalho, não cabe a gente julgar. Agora, se ela não conseguir fazer bem o personagem, o que não acho que vai acontecer, é uma outra questão", esclareceu Arthur.

Jade irá interpretar uma influenciadora digital, chamada Chiara, filha de Grazi Massafera e Humberto Martins. Nada tão distante da sua realidade e, por isso, Arthur Aguiar acredita que ela vai se dar bem. "Jade vai dar o melhor. Quem a critica por não ter tido a mesma oportunidade tem que entender que ela não tem culpa. A pergunta que eu deixo para as pessoas é: se te oferecessem um personagem numa novela, você iria falar que não?", questionou na entrevista ao jornal Extra.

No final do mês passado, o site F5 apurou que Jade Picon precisou recorrer a uma autorização especial do Sated-RJ (Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro) para atuar na novela "Travessia" porque é uma aposta do diretor de entretenimento da Globo, Ricardo Waddington, e foi ele quem solicitou o documento.

Waddington acredita no talento e no carisma da influenciadora e quer vê-la num papel de destaque, assim como fez com Fernanda Lima, lançada por ele como protagonista na novela "Bang Bang" (2006), e com Vanessa Giácomo, escolhida para viver a mocinha Zuca no remake "Cabocla" (2004).

Ao sindicato, Waddington alegou que a Globo estaria dentro da legalidade ao contratá-la para uma determinada produção. Presidente do Sated-RJ, Hugo Gross confirma que qualquer empresa de teatro, de cinema, teledramaturgia ou shows tem direito a um número específico de autorizações especiais para não-profissionais da área.

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