"Anitta dá a cara a tapa pela comunidade LGBTQIA+", diz Ariadna Arantes

Amanda Caroline
·2 minuto de leitura

Nas últimas semanas, Ariadna Arantes viajou pela Europa junto com Anitta. A ex-BBB e a cantora se conhecem desde 2011 e se reaproximaram nos últimos três anos. “Acham que ela me pegou pelo braço ontem”, ironiza a ex-participante da 11ª edição do reality em entrevista ao Yahoo. E a maquiadora faz questão de defender a amiga quando se fala sobre as polêmicas envolvendo a comunidade LGBTQIA+.

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A artista já foi acusada de se aproveitar do potencial de consumo do grupo (pink money) e não usar suas plataformas em prol das causas LGBTQIA+. Anitta ficou “marcada” depois de defender Nego do Borel em janeiro de 2019, quando o funkeiro foi duramente criticado por chamar a ativista transexual Luisa Marilac de “homem” nas redes sociais.

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Ariadna nega oportunismo da “poderosa”. “Ela é um ser humano como todos os outros e a todo tempo pegam alguém para Cristo. Enquanto isso, as pessoas batem palmas para artistas que são falsos. Deveriam prestar mais atenção”, dispara a ex-BBB. “Anitta sempre defende e dá oportunidades para amigos gays e trans”, completa.

Ariadna e Anitta se conhecem desde 2011 e se reaproximaram nos últimos anos (Foto: Reprodução/Instagram @ariadnaarantes)
Ariadna e Anitta se conhecem desde 2011 e se reaproximaram nos últimos anos (Foto: Reprodução/Instagram @ariadnaarantes)

A maquiadora ainda aponta o trabalho de inclusão da amiga. “Ela dá a cara a tapa, sim, pela comunidade. Sempre há mulheres trans nos clipes da Anitta... Isso não é pink money, é uma mensagem. Tem que ser respeitada”, diz Ariadna.

Caso Marilia Mendonça

Ariadna comenta o caso da cantora sertaneja que foi acusada de transfobia após debochar de um amigo músico que ficou com uma mulher trans. A ex-BBB chama atenção para a gravidade da situação e acredita que a “rainha da sofrência” poderia ir além do pedido de desculpa das redes sociais.

“Além de ter sido preconceituosa, também praticou bullying com um funcionário dela, isso passou despercebido. É muito fácil a pessoa sofrer pressão pública. Se ninguém tivesse falado, não teria pedido desculpa. (...) Estão matando pessoas trans a todo momento. Quando chega o mês de junho, todo mundo coloca bandeira nas redes sociais. Mas e no restante do ano? As pessoas acham que é ‘mimimi’, brincadeirinha, chacota... Mas essas brincadeirinhas geram coisas maiores”, finaliza.