Apresentadora da CNN rebate críticas por declaração sobre mortes no Jacarezinho

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A apresentadora da CNN Daniela Lima. Foto: reprodução/Instagram/danielalimajornalista
A apresentadora da CNN Daniela Lima. Foto: reprodução/Instagram/danielalimajornalista

Resumo da notícia

  • Daniela Lima rebateu críticas sobre declaração durante cobertura de mortes no Jacarezinho, no Rio

  • Apresentadora da CNN reclamou de distorcerem fala sobre morte de "só um policial"

  • Ela explicou que estava questionando a tese de confronto apresentada pela Polícia Civil

Uma fala da jornalista Daniela Lima durante a cobertura da operação policial que provocou a morte de 29 pessoas no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, esta semana foi alvo de críticas nas redes sociais. Neste sábado (8), a apresentadora da CNN Brasil se pronunciou sobre o assunto e reclamou de distorção sobre a sua declaração.

No trecho que repercutiu na internet, ela classificou a ação da Polícia Civil como "desastrada" e "trágica". "O discurso da polícia é que estava todo mundo fortemente armado, aparentemente, estavam muito armado, mas não sabiam atirar, né? Eram 24 armados, mataram só um [policial] do outro lado e morreram todos esses, né?", questionou, na ocasião.

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O vídeo em questão foi compartilhado pelo vereador Carlos Bolsonaro e pelo senador Flávio Bolsonaro, filhos do presidente Jair Bolsonaro, entre outros políticos alinhados com o bolsonarismo.

Daniela respondeu a um comentário feito pelo deputado estadual Márcio Gualberto, que fez a seguinte acusação: "Ela estava indignada, pois seria inconcebível, caso os bandidos estivessem fortemente armados, que apenas um policial tivesse sido vitimado".

A jornalista rebateu, explicando que se referia ao argumento da polícia para justificar o resultado da operação na comunidade.

"Pelo visto, há um esforço de distorção. Então vou responder aqui e só. Operação que tem que prender 21, DEIXA QUASE 30 mortos e prende 6 não pode ser considerada eficaz. Obviamente estou questionando a TESE DE CONFRONTO, como também fez o STF [Supremo Tribunal Federal]. Eu, ao contrário de alguns, não queria NINGUÉM MORTO", destacou.

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