De volta com Wanessa, Dado Dolabella faz 42 anos em ritual pela "cura do planeta"

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Completando 42 anos nesta quarta-feira (20), Dado Dolabella compartilhou um texto reflexivo em seu Instagram falando sobre opressão. No desabafo, o ator mistura temas como combate ao racismo, sexismo e veganismo.

"Assim como as mulheres e os pretos merecem romper essa cultura opressora, todo oprimido merece e vai conquistar sua equidade ainda nesse plano. 'Os animais do mundo existem para seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, do mesmo modo que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens', Alice Walker. O mundo vai ser vegano", escreveu.

"Por isso, resolvi compartilhar esse aprendizado: cuidado gente! A mente, mente! Acredite no seu coração, ele sim sabe o melhor caminho. Ele pode ter voltas, pode ser o mais difícil, mas só no coração tem a força da verdade. Da fonte. Da vontade. Que vai trazer a felicidade… pode demorar, pode doer, mas ela vem", completou.

Recentemente, o ator foi flagrado ao lado de Wanessa Camargo, confirmando os rumores do retorno do relacionamento. Na semana passada, o casal viajou até a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, e participou da primeira edição presencial do Festival Aya Música Medicina, que tem como objetivo unir arte, espiritualidade e sustentabilidade pela "cura do planeta".

"Celebridades têm direito a momentos como esse"

Um dos organizadores do Aya, o ambientalista e terapeuta integrativo Thomaz Enlazador conversou com Dado e Wanessa e assegurou que eles teriam uma experiência como qualquer pessoa, mesmo sendo nacionalmente conhecidos. "Falei a todos [os participantes] sobre a importância disso. Celebridades são humanos e precisam, têm direito a viver a momentos como esses, livres de tietagem ou pressão", declarou ele ao Yahoo, destacando que os famosos podem somar muito na proposta do festival por terem uma grande visibilidade e servirem de referência para muita gente.

Carol, que também lidera retiros, é acostumada a receber artistas, toma cuidados específicos para que todos tirem o melhor proveito da viagem. "Não fotografo ou filmo sem autorização. E nunca vi momentos de assédio, por exemplo. Todo mundo se trata de igual para igual, independentemente de qualquer coisa. Nesse estado, de tamanha vulnerabilidade e emoções afloradas, não importa quem você é ou o que você faz. Acredito, inclusive, que deve ser algo muito libertador para eles, acostumados a outro tipo de interação", explica.

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