Após 25 anos, Madeleine se arrepende mas tem final trágico em "Pantanal"

O destino da personagem Madeleine (Karine Teles) na nova trama de "Pantanal" seguirá a mesma história da versão original exibida pela Manchete. Após 25 anos de seu casamento com José Leôncio, Madeleine resolve retornar ao Pantanal para reconquistar o amor do peão. A influenciadora digital, entretanto, sofrerá um acidente de avião e nunca conseguirá reencontrar o ex-marido.

"Foi tudo feito com um cuidado e um carinho muito grande. A gente fez duas diárias do acidente e foi tudo muito bem pensado, com muita atenção. E eu acho que vai ficar bonito e emocionante. Foi tudo feito com um cuidado e um carinho muito grande. A gente fez duas diárias do acidente e foi tudo muito bem pensado, com muita atenção. E eu acho que vai ficar bonito e emocionante", explicou Karine Teles sobre a cena da morte de sua personagem.

Na trama original, a personagem morreu após a atriz ítala Nandi precisar deixar o elenco para fazer um filme previsto por contrato. O final original de Madeleine seria outro: após o acidente de avião, ela sobreviveria e seria resgatada pelo Velho do Rio. Após a quase morte, a influenciadora digital passaria a ver a vida de outra forma.

Assédio

A repercussão de uma novela das 21h na TV Globo pode levar uma pessoa a um nível de exposição um pouco fora do ‘controle’. E foi isso que Karine Teles, uma premiada atriz com vasta experiência, tem vivenciado desde o início de “Pantanal”.

Em conversa com o “Universa”, ela revelou que tem se afastado de mensagens de pessoas que não conhece após seu número de seguidores dobrar no Instagram. “Recebi coisas bem desagradáveis. Cantadas agressivas, assédios, coisas bem nojentas, como comentários violentos com respeito à personagem ou ao meu trabalho”, avaliou.

Karine disse que os comentários vinham de pessoas que não a seguiam e tinham perfis fechados, quase um padrão de haters. “Mas isso é uma minoria do que chega para mim, a maioria das pessoas é muito legal, generosa, carinhosa e afetuosa com meu trabalho”, ressaltou.

Mais analógica que digital, ela aponta que não consegue criar um filtro pessoal para diferenciar os grupos de pessoas. “Me sinto invadida. Quando as pessoas falam da personagem, não me incomoda, entendo. O problema é quando o negócio vai para o pessoal”, afirmou.