Letícia Spiller sobre filha: 'Menina é muito mais complexo e difícil de educar'

Bárbara Saryne
Foto: Reprodução/Instagram (@arealspiller)
Foto: Reprodução/Instagram (@arealspiller)

O tempo parece não passar para Letícia Spiller. A atriz está com 45 anos, mas continua com a mesma energia do início de carreira. Mãe de Stela, de 8 anos, e Pedro, de 22, a artista concilia o trabalho com a maternidade e tem sentido bastante diferença ao educar a filha mais nova.

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“Menina é muito mais complexo e difícil de educar. Elas têm argumento para tudo, a Stella não se satisfaz com o 'não' no primeiro momento. Com o Pedro, quando eu falava não uma vez ele entendia”, diz ela, que já não divide o mesmo teto com o primogênito.

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Pedro está no ar em ‘Malhação’ e é fruto de um relacionamento da atriz com o ator Marcello Novaes. O garoto resolveu morar com o pai aos 16 anos e Letícia afirma que digeriu bem a escolha do herdeiro.

“Na época que ele mudou, ele e o Diogo (filho mais velho de Marcello - que tem 24 anos e também mora com o ator) estavam ensaiando mais com a banda deles (a Banda Fuze), foi bem na época que eles começaram a fazer uns showzinhos, a estar mais juntos, colados. Foi quando ele deixou de ser menino e passou a se tornar um rapaz”, contou a global em entrevista à Quem.

Ainda segundo ela, Pedro precisava de uma presença masculina e a mudança foi algo natural na vida deles. “Acho que mesmo quando os pais estão casados isso acontece, chega uma fase em que o menino transmuta muito e precisa do exemplo do pai, precisa estar lá ouvindo o pai dando umas puxadas de orelha”, avalia.

Sem planos fora do Brasil

A atriz reconhece que o Brasil está passando por um momento difícil, especialmente o Rio de Janeiro, onde mora, mas não pensa em deixar o país. Ela acha que não conseguiria sair totalmente do lugar em que nasceu, cresceu e construiu uma carreira de sucesso.

“Depois que escutei uma menina, poeta, de uma comunidade, falando justamente isso na poesia dela, parei para pensar sobre as minhas atitudes. Ela falava que se você saísse do Brasil ia estar fugindo do problema do seu país, em vez de estar aqui junto para lutar”, explica

Spiller acredita que também sentiria saudade dos amigos se passasse muito tempo longe do Brasil. “Tem muita gente querida do meu coração aqui que eu não sei se conseguiria deixar por mais de um ano. Só se eu levasse todo mundo junto”, brinca.