Antes da fama, Liniker "passou o chapéu" na Praça Roosevelt: "Dia bom tirava 20 reais"

Liniker em participação no Podpah
Liniker em participação no "PodPah". Foto: Reprodução/Youtube Podpah

Resumo da notícia:

  • Liniker relembra início da carreira em São Paulo quando "passou o chapéu"

  • Em entrevista ao "PodPah", cantora contou que se apresentava na Praça Roosevelt com um amigo

  • Ela revelou que garantia cerca de R$ 20 por dia por volta de 2015

Convidada do podcast "Podpah" no Dia Mundial do Orgulho LGBTQIA+, Liniker abriu o coração na última terça-feira (28). A artista falou sobre o início de sua carreira como cantora dentre diversos assuntos abordados ao longo de cerca de duas horas de conversa.

Natural de Araraquara, no interior de São Paulo, a artista contou que chegou a "passar o chapéu" na praça quando se mudou para São Paulo atrás de oportunidades artísticas.

"Meu maior sonho era sobreviver. Tinha muito medo de não conseguir, de ter que voltar. Sofri muito e sabia que, se eu contasse para minha mãe, ela ia me buscar e eu teria voltado para Araraquara. Só que meu sonho era muito maior [que as dificuldades]", relatou ela.

"Sempre quis fazer cinema, sempre quis ser profissional de teatro, só que foi muito lindo como a música foi minha parceira. Tanto é que cheguei em Santo André com um violão. Muitas vezes na minha formação, a gente queria fazer uma cena com música e eu estava sempre propondo alguma coisa. Aí, de repente, para sobreviver, eu decidi ‘passar o chapéu’ em São Paulo", completou.

Foi em um bar na praça Roosevelt que Liniker se instalou para tocar aos domingos com o amigo Jeferson, da sua turma de teatro, há poucos anos. "Já tocava as minhas músicas e fazendo outras versões e era o meu dinheiro da semana às vezes. Em um dia bom, eu tirava R$ 20 . Acho que o máximo foi R$ 40. E eu dividia sempre com o Jeferson, o que é justo é justo. E isso não é 2002, foi em 2014, 2015”, concluiu.

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