Anitta, Gagliasso, Felipe Neto e mais famosos reagem à ação de golpistas no Congresso

"Acho muito triste que tudo isso esteja acontecendo" disse Anitta em coletiva no Rio

Anitta, Gagliasso, Felipe Neto e mais famosos reagem à ação de golpistas no Congresso (Fotos: Manny Hernandez/Wireimage/Manuel Romano/NurPhoto via Getty Images/Roy Rochlin/Getty Images for Concept Korea)
Anitta, Gagliasso, Felipe Neto e mais famosos reagem à ação de golpistas no Congresso (Fotos: Manny Hernandez/Wireimage/Manuel Romano/NurPhoto via Getty Images/Roy Rochlin/Getty Images for Concept Korea)

Anitta, Bruno Gagliasso, Cleo Pires, Felipe Neto e outros famosos reagiram à invasão de golpistas na Esplanada no Ministérios, em Brasília, neste domingo (8). Com pedidos de intervenção militar, bolsonaristas ocuparam áreas do Congresso, do Planalto e do STF.

"Acho muito triste que tudo isso esteja acontecendo. Vamos sair dessa porque uma grande parte do país quer a paz. Independente do que você gostaria ou de qual presidente você gostaria. O que a grande maioria quer é a paz entre todo mundo e ninguém ganha quando o cenário é dessa forma", afirmou a cantora Anitta ao Yahoo! nos bastidores do show "Ensaios da Anitta", que acontece no Rio de Janeiro.

Convidadas de Anitta no evento, Maiara e Maraisa classificaram os ataques como "uma chateação dana": "Independente de qualquer coisa, nossa bandeira tem lá escrito: 'ordem e progresso'. (...) Vamos manter a ordem, manter o amor. Com amor conseguimos tantas coisas e começar o ano desse jeito não combina com o nosso país", reprovou Maraisa. "É a força do brasileiro que movimenta o Brasil", acrescentou Maiara.

Em suas redes sociais, Cleo também se pronunciou sobre o acontecimento: "A gente quer paz, amor e respeito, mas recebe guerra e destruição da parte de pessoas que não aceitam o presidente eleito, pessoas essas que estão tentando um golpe de estado. Terrorismo, é isso que está acontecendo em Brasília", declarou a atriz e cantora.

"Que todos sejam punidos, com firmeza e a lei e todo seu rigor. Não há espaço para terrorismo e atos antidemocráticos. Democracia acima de tudo, sempre!", completou Cleo.

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"Espero que em todas as eleições o povo brasileiro lembre-se do terror, da violência e do caos que o Bolsonazismo trouxe para as nossas vidas. Separaram famílias, saquearam o país, trouxeram morte e terrorismo. A extrema-direita é uma doença. E precismos nos livrar dela", criticou o ator Bruno Gagliasso.

Ele ainda criticou a omissão da Polícia Militar do Distrito Federal, que foi flagrada tirando selfies, gravando vídeos e conversando amigavelmente com golpistas enquanto acontecia a invasão: "Se fossem professores, estudantes, trabalhadores, a PMDF agiria da mesma forma? Ou esse privilégio é só pra terroristas?", questionou.

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O humorista Antonio Tabet, do "Porta dos Fundos", também criticou a omissão da Polícia Militar durante a invasão: "Terroristas precisam ser presos. Simples assim. Fossem os manifestantes majoritariamente pretos e pobres, seriam executados ao avançar uma só barreira", sugeriu.

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Colega de Tabel no coletivo de humor, Gregorio Duvivier elogiou o discurso do presidente Lula (PT) sobre a invasão da Esplanada: "Lula certeiro. Veemente contra os terroristas. Dando nome aos bois: neonazistas. E prometendo punição exemplar aos policiais cúmplices", escreveu o ator e humorista.

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"O terrorismo praticado pelos bolsonaristas não tem sequer um propósito. Absolutamente nada pode acontecer que impeça o resultado da democracia de continuar. Nada. É apenas balbúrdia de baderneiros que resultará em prisões. E torçamos para que não causem mortes", refletiu Felipe Neto.

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O youtuber também criticou o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e apontou a aproximação do político com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): "As pessoas se perguntando porque não reforçaram a segurança se já sabiam que teria o ato terrorista de invasão. O motivo é que a pessoa responsável por reforçar essa segurança era (...) Ibaneis Rocha. Esse homem abaixo", apontou, compartilhando uma foto do governador abraçado a Bolsonaro.

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