Anitta ouviu que Amazônia é “terra de ninguém” e pede investigação sobre Yanomamis desaparecidos

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Anitta gravou 'Is That For Me' na Amazônia (foto: Divulgação)
Anitta gravou 'Is That For Me' na Amazônia (foto: Divulgação)

Resumo da Notícia:

  • Anitta contou que correu risco de morte ao gravar um clipe na Amazônia em 2017

  • A artista explicou que a segurança local não garante proteção contra garimpeiros e desmatadores

  • Ela ainda cobrou a investigação sobre 25 indígenas Yanomami que desapareceram após denúncia contra garimpeiros

Anitta está empenhada em ajudar o Brasil a ter melhores índices de conservação do meio ambiente e de proteção dos povos originários. Nas redes sociais, ela contou que ficou amiga de Leonardo DiCaprio e contará com ele para os ajudar a salvar a floresta.

Em uma série de postagens, a cantora revelou que quando foi gravar o clipe de “Its That For Me”, em 2017, ficou surpresa com o que ouviu da equipe de apoio da região. “A primeira coisa que ouvimos do segurança local contratado foi: ‘Cuidado que aqui é terra de ninguém. Se tiver garimpeiro ou gente desmatando ilegalmente e acharem que você está fazendo foto ou vídeo pra denunciar, te matam e ninguém nunca mais escuta falar de você’”, relatou.

Ela contou que a mesma recomendação foi dada a uma amiga que visitou a região a turismo. “O guia deu a mesma instrução falando que não garantia segurança caso cruzasse com um povo desse aí. Fica a pergunta: É esse o ambiente que deveria se estabelecer dentro do MAIOR tesouro do país?”, questionou.

Pedindo vigilância e rigidez da lei para garimpeiros e pessoas que desmatem a terra, Anitta citou o caso da indígena Yanomami de 12 anos que foi estuprada e morta nas últimas semanas. “Após a denúncia feita pelos indígenas, a aldeia foi incendiada e o povo desapareceu. 25 pessoas! Queremos justiça”, bradou.

A cantora ainda compartilhou a hashtag da campanha que pede investigação sobre os povos originários desaparecidos e disse que contará com a ajuda do ator Leonardo DiCaprio na proteção da floresta e nas eleições de 2022. O ator é um defensor do meio ambiente e direitos humanos engajado.

"Se essa porra não é uma máfia eu não sei o que mais pode ser. Eles são os verdadeiros donos de toda e qualquer terra do nosso país. O povos indígenas. Estavam aqui antes de todo mundo. Qualquer ato contra os povo indígenas deveria ser o maior repúdio da nação", concluiu.

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