Angélica diz que só aos 44 anos comprou roupas que realmente gostava

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO,SP 01/04/2013 - Apresentadora Angélica . (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO,SP 01/04/2013 - Apresentadora Angélica . (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Angélica, 47, contou que está aliviada por romper o vinculo empregatício exclusivo que tinha com a Globo havia 24 anos. Mesmo que por contrato a emissora mantenha prioridade sobre a agenda da apresentadora, ela disse que vive uma sensação de liberdade que nunca tinha experimentado e também que agora pode exercer seu lado criativo sem amarras.  

"Trabalho desde os 4 anos e acabei passando muito tempo presa a ideias que as pessoas cultivavam de mim", explicou em entrevista à revista Veja Rio. "Em 2015, quando eu e minha família sofremos um acidente de avião, senti que ganhei uma nova chance para viver. Três anos depois, iniciei um período sabático em que comecei a cuidar de mim de dentro para fora". 

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Angélica afirmou que abandonou a preocupação com a beleza, e que, além disso, aprendeu a se importar menos com a opinião dos outros e passou a entender muito sobre si mesma. "Sempre tive uma figurinista para me vestir. Só aos 44 anos me permiti comprar as roupas de que realmente gosto. Passei a vida desempenhando um papel que agradasse ao público e aí, nesse período sabático, fiz questão de ser verdadeira com meus sentimentos. A meditação ajudou muito nesse processo de autoconhecimento". 

Em 2015, Angélica, Luciano Huck, os três filhos do casal e duas babás estavam em um avião particular que precisou fazer um pouso de emergência em uma fazenda no Mato Grosso do Sul após apresentar problema em um dos motores. Os passageiros, além do piloto Osmar Frattini, sofreram ferimentos leves. 

"Quando aconteceu o acidente aéreo, não tive nada. Depois de um ano, quando estava andando na rua, em Nova York, travei de pânico. Liguei para o meu médico, ele receitou um remédio. Para entrar no avião, tive que tomar. E foi horrível. Não conseguia andar, não conseguia falar. Quando cheguei, falei: 'Vou procurar uma alternativa'. Comecei a meditar. E o pânico foi embora", revelou em entrevista ao jornal O Globo em setembro de 2020.

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