Andréia Sadi e André Rizek lembram paquera e falam de rotina na quarentena

·3 min de leitura
Andréia Sadi e André Rizek no "Altas Horas". Foto: reprodução/TV Globo
Andréia Sadi e André Rizek no "Altas Horas". Foto: reprodução/TV Globo

Casados e quarentenados desde março, os jornalistas Andréia Sadi e André Rizek revelaram intimidades no “Altas Horas” do último sábado (22). Num papo descontraído com Serginho Groisman, o casal contou um pouco da rotina no período de isolamento - que inclui entrevistas com ministros de pijama! - e falou sobre a paquera no início do relacionamento.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 minuto e receba todos os seus e-mails em um só lugar

Siga o Yahoo Vida e Estilo no Google News

Siga o Yahoo Vida e Estilo no Instagram, Facebook e Twitter

“Quando a gente começou a namorar, ninguém previa a pandemia. Quando a gente se casou e veio a quarentena, uma semana depois, virou 24/7. Você começa a dividir coisas que, talvez, você não fosse dividir em outros tempos, afazeres domésticos, que não sou muito boa, ele faz tudo! Descobri um André que eu não conhecia. Ele lava roupa, cozinha...”, entregou a repórter de política da GloboNews.

Leia também:

Para o apresentador do SporTV, a parceria com a mulher tem sido fundamental. “Tenho uma casa modesta, era solteiro há um bom tempo. Não tinha espelho na minha casa, a Andréia se arrumava no elevador. Mesmo na minha casinha pequena e modesta, a gente construiu a nossa bolha, e se não fosse esse casamento, não sei o que seria, não sei o que seria se não fosse a sua companhia, a gente estar juntos esses meses apoiando um ao outro”, disse.

Ele revelou, ainda, que a azaração começou por parte dele. A estratégia, no início, era mandar mensagens aparentemente profissionais.

“Me aproximei dela falando sobre política, mandava mensagens, informações. Já eram dicas com segundas, terceiras e quartas intenções. A gente sempre trocou mensagens, mas sou meio atrapalhado, mandava mensagem e não tinha uma sequência. Ano passado, eu tinha uma informação, um furinho de política, e pensei: ‘Agora, vou impressionar, vai dar certo’. Mas foi justo no dia em que o Temer foi preso”, lembrou.

Nesse momento, Rizek achou que o tiro havia saído pela culatra. Felizmente, estava enganado. “Me achei um idiota, ela vai achar que sou um alienado do futebol que fico mandando mensagem pra ela no dia que o Temer é preso, ela alucinada trabalhando e eu achando que o mundo é o futebol. Mas acabou dando certo porque ela respondeu 10 dias depois, a gente saiu e, desde a primeira saída, a gente não se desgrudou mais”, contou.

O confinamento, segundo eles, também tem bastante demanda profissional, com hora extra e reunião de pauta. “Acho que piorou durante a pandemia de trazer o trabalho pra casa. Estou conversando com ele, toca o telefone, e é o ministro. E ele toca o telefone e é uma fonte. Não tem como, você a gente se cruza no corredor e vai discutir o assunto, virou a redação aqui dentro”, comentou Andréia.

A situação rende episódios inusitados. “Uma coisa chocante nessa pandemia foi ver minha mulher de pijama falando: 'Oi, general! Oi, ministro!'. Está ela de pijama falando com a República. Isso foi uma coisa inusitada e vou levar isso pra sempre”, afirmou André.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos