Amigos de Ivete Sangalo comemoram "descida do muro"

Dani Calabresa e Samara Felippo comemoraram (Foto: Reprodução/Instagram)
Dani Calabresa e Samara Felippo comemoraram (Foto: Reprodução/Instagram)

Ivete Sangalo finalmente se posicionou politicamente. Após ser pressionada pelos internautas, a cantora escreveu nesta terça-feira (22) que não se sente representada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A informação impactou o meio artístico. Muitos famosos, amigos da baiana, "respiraram aliviados" após a publicação.

Nos comentários, Ivete recebeu emojis de corações e palminhas. Jota Quest, Mônica Rangel, David Brazil, Fábio Júnior, Camilla de Lucas, Di Ferrero, Thalita Rebouças, Rogério Flausino, Dani Calabresa, Letícia Spiller, Reynaldo Gianecchini e mais comemoraram.

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A atriz Samara Felippo ainda agradeceu: "Obrigada, mainha. Você é tão importante se posicionando". Tico Santa Cruz, que foi ameaçado por extremistas, enfatizou a importância do ato. "Temos que apoiar Ivete. A voz dela é muito importante. Dar suporte para que outros grandes artistas sintam confiança para seguir fortalecendo essa corrente. Todos contra Bolsonaro", publicou.

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A cobrança por um posicionamento político está cada vez maior. Quem não "desce do muro" é duramente criticado e quem faz "vista grossa" entra no meio. Agatha Moreira, por exemplo, costuma criticar o presidente em suas redes. Recentemente, porém, ela curtiu um post "isentão" de Juliana Paes e acabou criticada junto com a amiga. Com isso, os famosos estão cada vez mais atentos e torcendo para que os mais próximos se posicionem logo e acabem com essa pressão.

Em sua tão esperada postagem, Ivete Sangalo diz que o poder da mudança está em nossas mãos e o voto poderá fazer a diferença no futuro. Sem citar nomes, ela ressalta a importância da máscara, álcool em gel e vacina para todos.

"Entendo o quão necessário é nesse momento não estabelecer dúvidas sobre o que acredito. Esse governo que aí está, não me representa nem mesmo antes da ideia dele existir. E isso vamos resolver quando unirmos forças nas próximas eleições através do poder de voto”, disse.