A Microsoft agora oferece ferramentas para chefes ‘vigiarem’ funcionários

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
O atual CEO da Microsoft, Satya Nadella. (Foto: MANJUNATH KIRAN/AFP via Getty Images)
O atual CEO da Microsoft, Satya Nadella. (Foto: MANJUNATH KIRAN/AFP via Getty Images)

Desde a sua fundação, em abril de 1975, a gigante americana da tecnologia Microsoft se especializou em produzir “software” – programas de computador – voltado para aumentar a produtividade das empresas.

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Programas como o editor de textos Word, de planilhas Excel, e de apresentações digitais PowerPoint até hoje integram o arsenal de ferramentas de muitas das maiores corporações do mundo.

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Mas agora a Microsoft está dando um novo passo, especialmente relevante para gestores e equipes em tempos de pandemia e de expansão dos regimes de trabalho remoto: um conjunto de funcionalidades em sua suíte de software que permite a gestores “vigiarem” a produtividade dos colaboradores.

O “productivity score” (ou “nota de produtividade” em inglês) vem acoplado a serviços como o Microsoft Teams, que facilita a colaboração de membros de times à distância, e dá “notas” de acordo com o desempenho do funcionário.

Por exemplo, se um trabalhador manda mais e-mails que outro, interage mais no bate-papo, ou até liga mais vezes a câmera durante reuniões, ele será mais bem avaliado. As informações são da Exame.

Apesar de especialistas na proteção de direitos digitais e privacidade atacarem a Microsoft, afirmando que essa seria uma invasão e uma forma de controle abusivo das atividades de funcionários, a gigante americana se defende, e argumenta que essas ferramentas na verdade auxiliam gestores e equipes a melhorar desempenhos e garantir que os colaboradores estejam em seu “pleno potencial”.

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