A diferença entre as propostas do Benfica e do mundo árabe por Veríssimo

Jorge Nicola
·1 minuto de leitura
Veríssimo já esteve perto de ser vendido várias vezes pelo Santos (Ivan Storti/Santos)
Veríssimo já esteve perto de ser vendido várias vezes pelo Santos (Ivan Storti/Santos)

Os Conselhos Fiscal e Deliberativo do Santos vetaram nesta terça-feira a possibilidade de venda de Lucas Veríssimo para o Benfica. O motivo: a diferença entre a proposta do clube português e uma oferta do mundo árabe - o zagueiro já deixou bem claro que só aceita se transferir para o time de Jorge Jesus.

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E é aí que reside o impasse. O Benfica se dispõe a pagar 6,5 milhões de euros em longos cinco anos, a partir de 2022. Já o clube árabe topa bancar US$ 6,5 milhões, que equivalem hoje a R$ 7 milhões a menos, mas com pagamento praticamente à vista - seriam US$ 3 milhões no ato e US$ 3,5 milhões em janeiro.

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O presidente santista Orlando Rollo informou nesta terça-feira aos conselheiros que conseguiria antecipar os 6,5 milhões de euros de Veríssimo junto a um fundo belga, porém a um custo pesado, de 1,4 milhão de euros. Ou seja, restariam 5,1 milhões de euros, quase R$ 2,5 milhões a menos do que os árabes topam gastar.

Diante do veto dos órgãos santistas, o Benfica só conseguirá ficar com Veríssimo a partir de janeiro se igualar a oferta. O grande problema é que a diretoria do Santos contava com a entrada de dinheiro agora, a fim de quitar uma série de pendências, entre elas na Fifa, onde o Peixe está proibido de inscrever jogadores devido à dívida com o Atlético Nacional por Felipe Aguilar.

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