• Fã-clubes de Babu são atacados: "Difamação e racismo"
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    Fã-clubes de Babu são atacados: "Difamação e racismo"

    Perfis dedicados ao participante do 'BBB 20' foram suspensos na noite da última segunda-feira (6)

  • Taís Araújo faz homenagem para irmã durante pandemia: "Sinto medo na sua voz"
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    Taís Araújo faz homenagem para irmã durante pandemia: "Sinto medo na sua voz"

    A atriz contou que Cláudia Araújo é médica e está sofrendo para dar conta da demanda durante a pandemia do coronavírus

  • Ex-‘BBB’ é responsável por liminar que impede corte de luz
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    Ex-‘BBB’ é responsável por liminar que impede corte de luz

    A ex-participante é advogada de e impetrou com uma ação civil pública que pede a proíbição do corte de serviços essenciais em todo o país

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    Primeira negra milionária dos EUA construiu mansão e foi vizinha de magnatas; veja imagens

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na região de Irvington, em Nova York, no mesmo bairro de outras famílias ricas dos Estados Unidos, a empreendedora Sarah Breedlove, mais conhecida como Madam C.J Walker ou a primeira negra milionária do país, construiu sua mansão, chamada de Villa Lewaro. A história improvável dessa filha de escravos libertos que se tornou uma das mulheres mais influentes de sua época foi contada na biografia "On Her Own Ground", que inspirou agora a série "A Vida e a História de Madam C. J. Walker", que estreou em 20 de março na Netflix, com Octavia Spencer. Walker revolucionou o setor de beleza para mulheres negras, quando criou várias fórmulas de produtos, tratamentos e métodos de lavagem de cabelo. Mas ela também se destacou pela filantropia e pelo ativismo, em uma época em que grande parte dos Estados Unidos vivia sob rígidas leis de segregação racial. Quando começou a se destacar na sociedade, nos anos de 1910, Walker chegou a ter três automóveis, numa época em que poucas mulheres dirigiam. Ela também contratou o arquiteto negro Vertner Tandy para construir a Villa Lewaro, uma mansão de 34 cômodos ao lado de vizinhos magnatas como John D. Rockefeller. Walker acabou vivendo pouco tempo no imóvel, já que morreu dois anos após sua construção. Mas o imóvel de 1.900 metros quadrados foi herdado por sua filha, A'Lelia, que morou nela até a década de 1930, sendo deixada então para o Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP, em inglês).

  • Cara mulher branca, o seu feminismo é antirracista?
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    Cara mulher branca, o seu feminismo é antirracista?

    Mulheres brancas precisam entender que, ao mesmo tempo que são oprimidas pelo machismo, podem estar oprimindo outros grupos sociais

  • Studio Ghibli: 6 filmes essenciais para ver na Netflix
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    Studio Ghibli: 6 filmes essenciais para ver na Netflix

    Separamos os filmes essenciais para entender a obra do Studio Ghibli, que está disponível na Netflix

  • Filmes do Studio Ghibli na Netflix
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    Filmes do Studio Ghibli na Netflix

    Separamos a seguir alguns essenciais para entender a obra do Studio Ghibli.

  • David Brazil faz desafio do papel higiênico e erra
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    David Brazil faz desafio do papel higiênico e erra

    O produto David Brazil entrou na onda de Gracyanne Barbosa e decidiu fazer o desafio do papel higiênico. Acontece que não deu muito certo… Após algumas tentativas, David aparece frustrado e mostra o dedo do meio para a câmera. Quem será o próximo a tentar?

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    Elenco infantil de 'Poliana' tem visual mais adulto para viver dilemas da adolescência na 2ª fase

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A novela "As Aventuras de Poliana" (SBT) vai passar por uma transição de tempo para dar início à segunda fase da trama, que ainda não tem data de estreia definida devido à pandemia do novo coronavírus. As gravações da produção foram suspensas em meados de março, sem prazo determinado para retomar. Intérprete de João, Igor Jansen, 15, foi um dos atores que passaram por uma transformação. O ator, que está desde o início do folhetim, vai aparecer sem os cachos, com cabelo raspado e um visual mais moderno a partir da segunda etapa da novela, que se aproxima da marca de 500 capítulos. A primeira fase deve terminar no final do primeiro semestre deste ano. "Quando João tinha cachinhos era um visual mais criança mesmo. Com o cabelo curto, ele está com uma pegada mais bad boy. Está massa", diz Jansen, ao acrescentar que está ansioso pelas novas descobertas do personagem. E até romance deverá surgir. "Nós vamos gravar o elenco teen da novela, então vai ter aqueles namoricos e mistérios a mais", adianta o ator, que na trama gosta de Poliana (Sophia Valverde). E por falar nela, a atriz também deixou os fios mais claros e curtos. "Eu amei meu visual. Ficou bem natural, um cabelo de uma adolescente." Chefe de caracterização de teledramaturgia do SBT, o profissional Bob Paulino comenta sobre o processo criativo para definição das mudanças. "Primeira preocupação é evidenciar a passagem cronológica do tempo na trama. Para as crianças tivemos que pensar em como os personagens seriam na adolescência para, então, definirmos qual seria o novo visual deles." Na nova fase, Valverde diz que Poliana estará mais madura e passará por vários dilemas da adolescência. "Muita coisa vai mudar. Ela está mais madura e com todas as coisas que são parte de ser adolescente, como o primeiro amor, as dúvidas da vida, a escola etc. Estou amando viver isso [amadurecimento] na vida real e na novela. Muita gente vai se identificar", afirma a atriz de 14 anos. Os personagens mais velhos também passaram por pequenas mudanças para evidenciar a transição de tempo. A tia de Poliana, Luisa (Thais Melchior) terá um visual mais leve e moderno, com cabelos mais claros e curtos. "Já adotei esse visual e estou amando", diverte-se a atriz. "Muitas mudanças importantes vão acontecer da primeira para a segunda a fase da novela, na história e nos personagens também." Melchior afirma que esse será um momento de a personagem aproveitar mais a vida. "A Luisa passou por muitas coisas difíceis e viveu uma fase bem pesada, agora é hora de curtir e ser feliz." O ator Murilo Cezar, 33, intérprete do professor Marcelo, na novela de Íris Abravanel, terá um visual mais contemporâneo e despojado, com a barba mais curta e com reflexo no cabelo. "Vai mudar não só no visual, mas terá também dilemas bem profundos nesta temporada. Acho ótimo! Será um conjunto de fatores bem interessantes para história." Diretor-geral da nova fase de "Poliana", Ricardo Mantoanelli afirma que o processo de transformação dos personagens não se restringe apenas ao visual, com mudanças de cortes e no figurino, mas sobretudo na essência deles. "A transformação interna é ainda mais importante." Mantoanelli diz que conversou com o elenco para extrair elementos da experiência do personagem na primeira fase para mostrar a evolução dele nesta segunda etapa. Entre as perguntas estavam: "O que viveu o seu personagem que pode trazer consequências para a nova fase?; O que ele deixou de viver?; Qual é a sua ambição agora?; Como vai se comportar de agora em diante?". "Foram com essas respostas que teremos a real dimensão das transformações de cada um", pondera. Uma das novidades da segunda fase de "Poliana" é a saída de Larissa Manoela, que deixou a emissora de Silvio Santos para se dedicar à carreira musical e ao cinema. Recentemente, a atriz assinou contrato com a Globo para participar de um novela na faixa das 18h -inicialmente no segundo semestre deste ano. A nova fase também trará novos núcleos para a trama. Um dos segredos da longevidade da trama reside na construção dos núcleos familiares, compostos por faixas de idades distintas, além de um cardápio variado de personagens. Com o sucesso da novela na TV há quase dois anos, o SBT ainda deve produzir um filme neste ano.

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    Discos de Ravi Shankar que mudaram o pop ocidental ganham versão digital

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Para marcar o centenário de nascimento do músico indiano Ravi Shankar, comemorado nesta terça (7), dois registros antológicos do artista têm relançamento digital. É uma chance de reencontrar ou travar o primeiro contato com aquele que introduziu na música pop do Ocidente um instrumento singular, o sitar. "West Meets East" traz em seus dois volumes Shankar ao lado do violinista americano Yehudi Menuhin (1916-1999), ambos arrancando o melhor de seus instrumentos. É bom deixar claro que Shankar não tocava cítara, bem mais conhecida. Essa confusão é recorrente. Cítara e sitar são instrumentos diferentes. A cítara, de origem europeia, tem cordas esticadas sobre uma caixa de ressonância. O sitar, instrumento indiano e da família dos alaúdes, tem suas cordas estendidas ao longo de um prolongamento que avança além da caixa de ressonância, como o braço de um violão. Sua sonoridade é clara referência da música indiana, e o instrumento vem carregado de uma aura quase religiosa. Quase sempre é tocado com clareza de espaçamentos sonoros, de um modo minimalista. E ninguém conseguiu um resultado tão divinal nessa construção de som e silêncio quanto Ravi Shankar. Ele começou a tocar violino ainda criança. Aos 16 anos, adotou o sitar e em menos de dois anos iniciou uma carreira internacional. Apesar de aclamado, seu trabalho era restrito a iniciados. Quando conheceu Menuhin, na década de 1950, a afinidade veio por causa do violino. As experimentações com o parceiro americano foram ricas e influenciaram a carreira de ambos. Quando George Harrison conheceu Shankar em 1966, o Beatle estava ávido para consumir a filosofia e a música do Oriente. O indiano se transformou em parceiro musical e um tanto guru do guitarrista inglês. Em pleno furacão da beatlemania, Shankar logo se tornou famoso no mundo inteiro. Todos queriam escutar quem impressionava tanto a Harrison. A segunda metade da década de 1960, sob essa atenção intensa, foi um período fértil para Shankar, com discos incríveis. A reunião com Menuhin rendeu o disco "West Meets East", lançado em janeiro de 1967. No auge da contracultura, festas hippies nos Estados Unidos e na Inglaterra adotaram as faixas do álbum como trilha sonora. A música de Shankar convivia em harmonia com as transgressões sonoras de Grateful Dead, Iron Butterfly, Soft Machine e outros artistas psicodélicos. "West Meets East" chegou ao primeiro lugar da lista dos álbuns eruditos da revista Billboard e ficou no topo por 18 semanas consecutivas. No ano seguinte, o disco ainda frequentava a parte de cima da lista de mais vendidos e acumulava prêmios, como o Grammy de melhor performance de música de câmara. Em meio a tanto sucesso, não foi surpresa o anúncio de uma nova colaboração. "West Meets East - Volume 2" foi lançado em julho de 1968 e repetiu a ótima repercussão. Os dois discos ocuparam posições entre o "top dez" da música erudita por quatro meses. Cada um editado originalmente em LP simples, os dois volumes têm uma distribuição similar de repertório. No primeiro lado, peças escritas por Shankar para sitar, que a dupla modificou buscando o entrelaçamento com o violino. No segundo lado, obras conhecida da música erudita, que nos dois discos ganharam a participação da pianista Hephzibah Menuhin, irmã do violinista. No segundo volume, a performance de "Sonata para Violino e Piano Número Um", obra de 1921, do húngaro Béla Bartók, chega a ser hipnótica. A dupla ainda gravou mais um álbum, em 1976, mas "West Meets East - Volume 3" não recebeu a mesma acolhida. Foi considerado por parte da crítica como um disco menos inspirado. Antes de morrero em 2012, aos 92 anos, Shankar gravou mais de uma centena de discos, boa parte lançada apenas na Índia. Os dois volumes de "West Meets East" entram para lista dos melhores que o artista gravou, porque poucas vezes ele se sentira tão bem no estúdio quanto à vez que esteve ao lado do amigo e parceiro. São discos para apresentar Shankar às novas gerações, que talvez o conheçam apenas por ser pai da cantora pop de sucesso Norah Jones.

  • Heath Ledger se recusou a fazer piada com gays no Oscar, diz Jake Gyllenhaal
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    Heath Ledger se recusou a fazer piada com gays no Oscar, diz Jake Gyllenhaal

    Em entrevista, ator relembra como o seu parceiro de cena em O Segredo de Brokeback Mountain era um homem à frente da sua época

  • Ciência
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    Pandas aproveitam zoológico vazio em Hong Kong e conseguem acasalar pela 1ª vez em dez anos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um casal de pandas gigantes foi flagrado acasalando pela primeira vez, nesta segunda-feira (6), após dez anos de tentativas no zoológico Ocean Park, em Hong Kong. O momento, festejado pelos funcionários, acontece durante o isolamento provocado pelo novo coronavírus, que deixou o local vazio. Comunicado divulgado pelo zoológico aponta que a fêmea Ying Ying e o macho Le Le, ambos de 14 anos, já demonstravam sinais, desde o início de março, de que estavam entrando no período de acasalamento e foram vistos acasalamento às 9h desta segunda, pela primeira vez após anos de tentativas. Segundo o zoológico, Ying Ying estava passando mais tempo na água, nas últimas semanas, enquanto Le Le estava deixando sinais de seu cheiro pelo local, assim como vinha procurando pelo cheiro de Ying Ying. O período de reprodução dos pandas acontece apenas uma vez por ano, entre março e maio. "Eles infelizmente não tinham tido sucesso até este ano, após anos de testes e aprendizado. O processo de acasalamento natural bem-sucedido é extremamente emocionante já que a chance de gravidez por acasalamento natural é maior do que por inseminação artificial", afirmou o diretor do zoológico Michael Boos. Segundo ele, se for bem-sucedido os sinais de gravidez poderão aparecer no final de junho. "Esperamos dar maravilhosas notícias sobre gravidez à população de Hong Kong este ano e fazer mais contribuições para a conservação dessa espécie vulnerável". Os pandas gigantes são conhecidos por seu baixo desejo sexual e estão entre os animais mais ameaçados de extinção do mundo. A expectativa média de vida varia de 15 a 20 anos na natureza, mas eles podem viver até 30 anos em cativeiro. O período de gestação para os pandas gigantes varia de 72 a 324 dias.

  • Ivy diz que não existe racismo no 'BBB': "Quanto mais morena fico mais eu gosto"
    EUA
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    Ivy diz que não existe racismo no 'BBB': "Quanto mais morena fico mais eu gosto"

    A modelo foi duramente criticada após uma conversa com Flayslane sobre preconceito racial

  • Quer renovar a trilha sonora da sua quarentena? Confira dez lançamentos musicais
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    Quer renovar a trilha sonora da sua quarentena? Confira dez lançamentos musicais

    Sem produzir músicas desde 2016, Rihanna surpreendeu os fãs, no meio da quarentena, ao lançar, em parceria com o rapper PartyNextDoor, o single “Believe It”. O rapper MV Bill lançou, em tom de conscientização e crítica, o single “Quarentena”. A música, disponível nas plataformas de streaming, já tem clipe gravado na varanda de casa. O vocalista do U2, Bono Vox, publicou, no Instagram da banda, um vídeo cantando uma música em homenagem aos médicos italianos, intitulada 'Let Your Love Be Known'. A banda brasileira Hotelo também homenageou os profissionais da saúde, no Instagram, com a música “Obrigado”. Além disso gravaram o single “Fica em Casa”. Outro rapper brasileiro com trabalho inédito nas plataformas digitais é o mineiro Djonga. O disco ‘Histórias da Minha Área” coloca em foco o genocídio do povo preto. A banda Pearl Jam lançou nas plataformas de streaming o álbum de inéditas “Gigaton”, músicas que criticam o presidente Donald Trump e as mudanças climáticas no mundo. Aos 78 anos de idade, Bob Dylan lançou o single de quase 17 minutos de duração “Murder Most Foul”, a primeira música inédita do artista em oito anos. Após vazamento de algumas músicas inéditas, Pabllo Vittar antecipou o lançamento do álbum “111” nas plataformas de streaming. A faixa “Tímida” já tem até clipe no Youtube. Childish Gambino lançou, em uma pegada bem experimental, o álbum “3.15.20”, que conta com a participação de Ariana Grande e transita entre R&B, Soul, Funk e Hip-hop.

  • Confira 10 táticas de relacionamentos à distância para adotar durante a quarentena
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    Confira 10 táticas de relacionamentos à distância para adotar durante a quarentena

    Você não mora na mesma casa que o parceiro e está sofrendo com o isolamento social? Confira 10 táticas de relacionamentos à distância para adotar durante a quarentena. Além das conversas virtuais cotidianas, marque chamadas de vídeo para namorar. Mesmo que seja cada um do seu sofá, se prepare para uma ocasião especial. Use as plataformas de streaming para criar e compartilhar playlists com músicas que embalaram viagens, festas e bons momentos do casal. Que tal uma serenata virtual? Aplicativos de karaoke como Smule ou WeSing permitem compartilhar sua performance musical e até fazer duetos à distância com o crush. Bateu aquela vontade de maratonar uma série com o crush? Um extensão do Google Chrome batizada de Netflix Party permite assistir Netflix de forma sincronizada. Jogos online, como o Couple Game, podem garantir bons momentos de diversão à dois com dinâmicas de adivinhações sobre interesses, gostos e outras informações pessoais. Surpreenda e envie mimos. Além das tradicionais flores e chocolates, que tal usar o seu aplicativo de entrega de comida para mandar uma pizza para a casa do crush? Por falar em comida, cozinhar durante uma chamada de vídeo pode ser divertido. Escolham uma receita em comum e descubram quem é o MasterChef da relação. Use a saudades como combustível para escrever poesia e mensagens carinhosas ou eróticas para o crush. Aliás, esta prática pode ser mantida após a quarentena. Se estiver com o tesão acumulado e quiser apimentar a relação na quarentena, capriche na roupa íntima, invista em brinquedos e aposte no sexo virtual. Respeitem o tempo e o espaço um do outro. Mesmo em quarentena, cada um tem sua rotina, portanto não é o momento de cobrar atenção e gerar conflitos.

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    Conversa sobre Lima Barreto é destaque desta terça de quarentena

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com o avanço do coronavírus, as atividades culturais estão suspensas de modo geral. Neste cenário, artistas e produtores estão fazendo shows caseiros transmitidos nas redes sociais, estreias de cinema migraram para o streaming, canais de TV abriram seus sinais, museus promovem visitas virtuais e vídeos de espetáculos de dança e de teatro foram disponibilizados na internet. Para melhorar sua quarentena, preparamos uma lista de conteúdos para serem consumidos em casa nesta terça (7). PODCAST Para quem está preocupado com os impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus no Brasil, uma dica é o último episódio do Rádio Companhia, podcast da Companhia das Letras. Nele, os economistas Marcos Lisboa e Samuel Pessôa, colunista da Folha, discutem esses efeitos, além das medidas tomadas por governos no Brasil e no mundo para tentar remediar uma provável recessão. LIVROS Em sua conta no Instagram, a editora também promove às 19h uma conversa com a historiadora Lilia Moritz Schwarcz, sobre o romance "Triste Fim de Policarpo Quaresma", de Lima Barreto. Schwarcz, uma das principais historiadoras em atividade no país, é também autora de "Triste Visionário", a biografia do escritor. MÚSICA O conhecido produtor americano Diplo transmite DJ sets diariamente, à 0h. Temáticas, as apresentações em sua casa são batizadas por nomes como "Corona Sabbath" e "Coronight Fever" e fazem parte da "Corona World Tour", transmitida em seu canal do YouTube. Ao mesmo tempo o festival Fique em Casa, com artistas brasileiros e transmitido pelo YouTube, acontece de novo desta terça (7) até sexta (10), de 13h30 às 23h. Eles anunciam a programação em sua página no Instagram. ARTES PLÁSTICAS Os dois livros do artista Jimson Vilela, "Adaptável ao espaço que as palavras ocupam" (2015) e "Narrativa" (2018), estão disponíveis a partir desta terça (7) no site da galeria Simone Cadinelli Arte Contemporânea. Os livros trazem imagens e textos do artista, além de ensaios críticos sobre sua obra. CINEMA A Livraria do Congresso dos Estados Unidos está disponibilizando, em seu site, filmes antigos que fazem parte do seu acervo, além de vídeos históricos, que somam mais de 7.000. Para quem ficar perdido com tanta opção, a instituição costuma fazer uma curadoria na forma de playlists em seu canal no YouTube.

  • Esportes
    Folhapress

    Manu e Thelma criticam acusação de Gizelly contra Babu durante Jogo da Discórdia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A madrugada desta terça-feira (7) foi de muitas discussões e choros na casa do Big Brother Brasil 20, em decorrência do Jogo da Discórdia realizado no programa de segunda (6). Manu, Rafa e Thelma conversaram no Quarto do Líder e criticaram a atitude de Gizelly, que apontou falas violentas de Babu. "Tudo bem você sempre votar no cara por que tem um monte de amiga mais próxima. O problema é como a ofensa está sendo feita. Se você só não se identifica, tudo bem, mas vai acabar o programa chamando o cara de monstro, de violento. Ver o Babu se justificando com comentário de violência... aquilo foi quando eu disse não quero ficar aqui. Por favor, me tirem dessa sala", disse Manu. Durante o Jogo da Discórdia, que pedia para os brothers pontuarem situações que não gostaram envolvendo outros competidores, Gizelly afirmou que não tinha gostado de Babu ameaçar de agressão, mesmo que indiretamente, Daniel. "Essa fala me doeu muito. Pelo histórico que tive de violência familiar me doeu muito", afirmou a advogada durante o jogo. Galeria Parte 2 - Momentos BBB 20 Veja vários momentos do BBB 20, entre eles paredão,votação, tretas, romances, edredom e fogo no parquinho https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1660813308338100-parte-2-momentos-bbb-20foto-1662894130033173 *** "Mais uma vez taxando o cara como um monstro. Um monstro que ele não é", afirmou Thelminha na conversa com Manu e Rafa. "Essa é a minha revolta. Como tem dó de tirar ele do VIP, mas tem coragem de dizer que tem medo de conversar com ele, como se ele fosse um monstro. Eu acho isso muito pior. Muito pior pra ele sair e ver, ouvir ela falando, como eu já presenciei". As sisters também falaram sobre o distanciamento do grupo autointitulado comunidade hippie e concluíram que ele já foi dividido. "Eu estou sozinha dentro da comunidade hippie, tentando manter todo mundo junto", afirmou Manu, que chorou bastante durante a conversa, antes de Rafa e Thelma concordarem com ela. Outras conversar também aconteceram na casa para esclarecer as acusações expostas durante o Jogo da Discórdia. Marcela, por exemplo, afirmou que se decepcionou com Babu, por ele ter apontado contra ela um acontecimento que ela não julgou relevante. "Você fez uma coisa para prejudicar alguém que está no Paredão junto com você", afirmou ela. Os dois acabaram recordando vários momento dentro da casa, até mesmo de situações em que cada um deixou de dar bom dia ao outro. "A Marcela é uma pessoa que me alegra e me entristece", comentou ele ao recordar uma conversa sobre a médica com outros participantes. Manu e Mari também conversaram, após muita insistência de Mari, e Manu justificou seu distanciamento pelo fato de ter Mari e Flay como opções de voto. Já Ivy comentou todo o Jogo da Discórdia com Marcela e voltou a afirmar que não acredita que Babu seja eliminado do programa. Nesta terça-feira, mais um brother deixará o o reality, que termina no próximo dia 23. Dessa vez, estão na berlinda, Flay, que foi indicada pela líder Thelma, além de Babu e Marcela, que foram os mais votados pela casa, que teve uma votação em formato diferente, com dois grupos se votando.