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    Letícia Birkheuer diz que pegou mais de 20 voos e polemiza sobre isolamento social

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A modelo Letícia Birkheuer, 42, causou polêmica e um certo alvoroço nas redes sociais nesta sexta-feira (10) depois de publicar uma mensagem em seu Instagram Stories sobre a pandemia e o isolamento social. Na mensagem, contou que não parou de fazer nada em tempos em que a recomendação é ficar em casa. "Se eu que peguei mais de 20 voos, fiz exames, fui na farmácia, mercado, shopping, restaurante, fiz obra em casa, não peguei Covid, é porque me protegi, usando máscara, álcool gel, lavei as compras, passei álcool em tudo, tirei os sapatos fora de casa, não toquei em nada sem higienizar. Não deixei de conviver com minha família, também", escreveu ela. A frase reflete tudo o que é abominado pelos órgãos de saúde nos dias de hoje. As mortes por coronavírus no Brasil já ultrapassaram 67 mil, e o número de casos está em mais de 1,7 milhões. Muitos seguidores não gostaram do que leram. Como a mensagem foi publicada nos stories, eles resolveram tirar satisfações na última postagem de Letícia na rede social. Só que ela apagou todas as mensagens contrárias e só deixou à mostra aquelas que concordavam com a opinião dela.

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    Fábio Assunção celebra envelhecer bem: “É um grande mérito”

    Ator comemora que aos 48 anos não se prende a vícios de imagem

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    Gio Ewbank e Bruno Gagliasso publicam primeira foto do filho Zyan

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso publicaram nesta sexta-feira (10), em suas redes sociais, a primeira foto de Zyan. O terceiro filho do casal nasceu na noite de quarta (8), de parto normal. "Bem-vindo meu amorzinho. Que a nossa jornada seja linda...porque eu te amo muito", escreveu a apresentadora na legenda da imagem. "Bem-vindo à nossa família", postou Gagliasso. Os dois são pais também de Titi, 7 anos, e Bless, 5. Em comunicado à imprensa um dia após o parto, Giovanna contou que estava muito emocionada. "Eu não consigo explicar em palavras a emoção que sinto ao segurar o Zyan em meus bracos e não vejo a hora de apresenta-los a seus irmãos, que estão ansiosos para conhecê-lo." Por conta da pandemia do novo coronavírus, Giovanna não pode receber visitas na maternidade e tem como único acompanhante o marido. "O Zyan é lindo e chega rodeado de amor. Ele é uma alegria para nós e para Chissomo e Blessings, que viram seu crescimento na barriga da Gio com a mesma ansiedade que a minha", afirmou Gagliasso.

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    Anitta revela dificuldade para gravar clipe 'Tócame', que tem cenas quentes com Gui Araújo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A pandemia do novo coronavírus e o consequente isolamento social causado por ele forçaram o meio artístico a exercer, mais do que nunca, sua criatividade. Anitta, 27, é um claro exemplo disso. Em entrevista coletiva virtual nesta sexta-feira (10), a cantora lançou o clipe de seu novo single "Tócame", parceria com Arcangel e De La Ghetto, voltado para o mercado latino. No vídeo, além do já conhecido rebolado, Anitta mostra sua mansão e conta com a participação do namorado, Gui Araújo, 32, em cenas de bastante intimidade. "Tivemos que gravar com quem estava em casa. Nunca coloquei namorado em clipe, porque vou lá, termino, e ele está lá, mas não tinha o que fazer. Ele foi fofo também. É engraçado fazer um clipe só a gente e um drone", diz a cantora, ao descrever como foi realizar o trabalho respeitando o distanciamento. Ela também falou de anônimos dançando em suas janelas, quintais e lajes. "Gravamos muito rápido. A dificuldade foi ter a ideia. Não estava conseguindo chegar a uma fórmula. Tive que pedir para o [diretor] Giovanni Bianco. Mais difícil deve ter sido para a produção encontrar pessoas pela internet que dançassem e o drone pudesse chegar lá também", pontua a cantora, ao dizer que até a escolha da música que seria lançada foi pensada pela facilidade de divulgá-la sem comparecer a programas presencialmente, usando apenas a internet como aliada. "A escolha dessa faixa foi por causa da pandemia. Estávamos com uma estratégia cronológica das músicas e tivemos que mudar. Íamos unir os lançamentos com vários acontecimentos, o [festival] Coachella, alguns programas de TV e capas de revista que já estavam marcados. Como tudo isso foi cancelado, tivemos que mudar os planos", diz a cantora. Ainda em recuperação após diagnóstico de trombose que a levou à internação em junho, Anitta não pôde realizar coreografias e stories para lançar em suas redes sociais como fez em trabalhos anteriores. "Tive que me reinventar, a médica me deu muito esporro. Embora eu esteja fora de perigo é sempre bom fazer o repouso, faltam aí uns quatro dias para eu poder fazer exercícios. Com "Desce Pro Play" tive a sorte de já ter gravado muita coisa antes. Com "Tócame" não gravei, porque não pude, terei que deixar para semana que vem." Anitta afirma ainda que não está mais comandando a carreira sozinha, como fez, desde o início na vida artística. "Já tinha falado que queria dar uma descansada. Este ano está sendo uma oportunidade de ficar mais em casa, porque estava numa batida impossível de trabalho, muito louca. O objetivo de eu assinar esse contrato internacional, não só com a Warner Internacional, mas com o manager, foi desafogar um pouco das minhas tarefas. Estou fazendo a parte de artista e quando acaba vou dormir", comemora. Com novo álbum mais focado em sua vida pessoal, Anitta diz que a ideia é não ter muitas parcerias. "Uma das músicas escrevi quando descobri pelos jornais que tinha um novo irmão. Estava no estúdio e do nada comecei a ver mensagens sobre isso e fiquei feliz de um jeito que não conseguia mais me concentrar na música, chorava, pulava, mandei mensagem para o [irmão] Felipe, foi a primeira vez que falei com ele. Os produtores falaram para eu colocar isso na letra e eu pus. Foi bem legal. Não sinto vontade de colocar outras pessoas cantando comigo nesse álbum." A artista se mostra grata ao falar de tudo que conquistou até hoje, deixando claro que se orgulha do novo trabalho, mas que olha para si com mais generosidade tentando não se cobrar tanto. "Lançar o disco não me traz frio na barriga, porque botei na minha cabeça de não me sentir mais pressionada. Estava com muito medo de ter que dar certo, bombar e eu parei para pensar que tenho 27 anos e fiz muita coisa incrível. Meus ídolos conhecem meu trabalho. Não estou criando expectativa, só estou tentando fazer algo que eu me orgulhe. É o álbum que eu mais amo em toda a minha vida." Já ao falar sobre o futuro ao lado de Gui, a cantora se mostra mais cuidadosa, lembrando o ditado "o futuro a Deus pertence". "Ele apoia meu trabalho, não reclama de nada. Brinco que é difícil saber quem tem mais ex, porque ele é igual a mim, minha versão masculina. Como vai ficar depois da pandemia? Sei lá. Nos perguntamos como vai ser e aí passa. Cada um tem sua vida e ele não vai ficar me acompanhando, porque não é meu funcionário. Quando der, nos encontramos, ficamos juntos, tanto eu quanto ele somos muito de não ficar pensando no depois. Estamos felizes agora", finaliza.

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    Fábio Assunção diz que quarentena afastou depressão e trouxe caminho espiritual

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ator Fábio Assunção, 48, diz estar 100% na quarentena. O artista diz ter usado esse tempo fora dos holofotes para estudar e se encontrar. De acordo com ele, não há como ter depressão neste momento. "Não fiquei deprimindo. Comecei a estudar italiano, continuei com minhas aulas de inglês e estou aprendendo até iorubá (língua africana). Estou buscando o conhecimento. A quarentena me abriu um caminho espiritual maravilhoso", disse ele em live com o Canal Brasil. Com 30 anos de atuações, Fábio diz que envelhecer tem sido prazeroso. "A velhice por um lado é um grande mérito, deveria ser vista como um presente. Eu poderia pintar o cabelo para parecer cinco anos mais jovem, mas me sinto bem assim", disse ele, que atualmente exibe cabelos grisalhos e raspados. Assunção se prepara para viver um personagem em quatro gerações na série "Fim". As gravações foram postergadas por conta da pandemia e só voltarão em março de 2021. Ele já perdeu 27 kg e agora está com o físico em dia. O ator está atualmente no ar em "Totalmente Demais" e adora se ver. "Eu amo essa novela. O fato de ser uma fábula é uma grande homenagem ao cinema. O que sei é que agora ela tem feito mais sucesso do que na época. Os ganchos são muito bons. Eu adorava dar uma de canastrão. Meus filhos estão vendo a novela e amam. Sempre que eu posso eu revejo."

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    Tráfico de bebês durante ditadura inspira novo livro de Bernardo Kucinski

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Tortura, repressão, morte, correntes contrárias da Igreja Católica, o navio-prisão Raul Soares, o congresso de Ibiúna. O escritor Bernardo Kucinski volta em seu novo livro, "Júlia - Nos Campos Deflagrados do Senhor", aos temas que marcaram sua estrondosa estreia na literatura de ficção há nove anos. Com "K. - Relato de uma Busca", no qual romanceava a história verdadeira da procura de seu pai pela sua irmã Ana Rosa e o marido dela, ambos torturados e mortos pela ditadura, Kucinski se metamorfoseou de jornalista a grande autor. Em 1971, ele foi coautor da primeira obra que denunciava tortura sistemática pelo regime militar no Brasil, "Pau de Arara, la Violence Militaire au Brésil", lançada pela primeira vez na França. Em 2011, aos 74 anos, escreveu "K." e se viu aclamado pela crítica e estudado nas revistas literárias do país. A última edição de Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, da Universidade de Brasília, por exemplo, dedica três artigos à sua obra. O ano de 2011 também foi aquele em que Kucinski começou a escrever "Júlia", que sai agora pela editora Alameda. A história, desta vez, é inventada e tem como mote o tráfico de bebês de mulheres humildes do campo ou de presas políticas, que eram vendidos para casais estrangeiros num esquema da igreja aprovado pelos militares. Ele revela, no entanto, que se inspirou em algumas pessoas reais. Vale lembrar, aliás, que esta entrevista tem diversos spoilers -informações que podem estragar as surpresas na leitura do livro. "Eu me inspirei num amigo, engenheiro, que ajudava militantes perseguidos, numa aluna que, ao investigar a posição dos padres sobre a emenda do aborto, descobriu o que não esperava, e num filme ambientado na guerra civil do Líbano em que o filho tortura e violenta a própria mãe sem saber que ela era sua mãe", conta Kucinski. A trama acompanha Júlia nos tempos de hoje. Mexendo nas coisas do pai morto, ela descobre indícios de que foi adotada e parte para uma investigação. Os capítulos vão se alternando entre o presente -meados dos anos 1990, na verdade- e o passado, quando os fatos que vão criar aquele presente vão sendo revelados aos poucos. "'Júlia' é uma tragédia edipiana em que um agente da repressão tortura e eventualmente mata sua própria filha, uma militante política, que ele ignorava ser sua filha. São três gerações de mulheres brutalizadas, a primeira violentada, a segunda assassinada e a terceira, Júlia, levada a viver uma grande mentira", resume o escritor. Numa curiosidade editorial, os capítulos do presente usam um tipo de letra moderna, enquanto os que se passam nos anos 1960 trazem uma fonte antiquada. É nesses capítulos que o leitor vai se deparar com alguns acontecimentos reais da época da ditadura. Um deles é o encalhe proposital do navio Raul Soares em frente às docas de Santos, no litoral paulista. Transformado em navio-prisão pela Marinha, durante alguns meses de 1964, ele recebeu presos políticos, que eram confinados em calabouços sem ventilação e banheiros, com fezes e urina acumuladas no chão e situações de frio e calor excessivos. Noutro capítulo, vemos cerca de mil jovens sendo presos e levados em ônibus depois de se encontrarem para o congresso da União Nacional dos Estudantes, em Ibiúna, no interior paulista, em 1968. O mote do livro, no entanto, saiu todo da cabeça de Kucinski. "Os bebês da história, abandonados na porta do orfanato, e que poderiam ser filhos de presas políticas assassinadas, são pura invenção, como ademais a história toda. Quando comecei a escrever 'Júlia', nada se sabia sobre bebês sequestrados na ditadura brasileira. Para mim, isso só acontecia na Argentina", diz ele. De fato, o filme argentino "A História Oficial", que recebeu o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1986, trata do rapto de bebês de presas políticas depois criados, como filhos naturais, por diversos setores da sociedade do país vizinho. Kucinski diz que o filme não o inspirou diretamente, mas o assunto tem se destacado nos últimos tempos. "Há dois anos, a editora Expressão Popular publicou 'Solidariedade Não Tem Fronteiras', de Jan Rocha, sobre o sequestro de bebês na região, e o papel do movimento Clamor na localização do primeiro bebê e a subsequente criação da ONG Mães da Praça de Maio. Salvo engano, ali não aparecem bebês sequestrados no Brasil." "E no ano passado saiu, pela mesma editora de 'Júlia', o livro reportagem 'Cativeiro Sem Fim', do Eduardo Reina, em que são relatados 19 casos de bebês e adolescentes sequestrados no Brasil." Como enfatiza o seu subtítulo, "Nos Campos Deflagrados do Senhor", o livro de Kucinski fala muito a respeito do papel da Igreja Católica no período. Há o caso de um dominicano que fugiu de um centro de repressão e o de um convento que serve como ponte para a adoção dos bebês. "A ala progressista da Igreja Católica desempenhou papel crucial e insubstituível na denúncia das torturas e desaparecimentos durante a ditadura. Até mesmo bispos conservadores, da ala chamada carismática, assim atuaram, embora discretamente. Ao contrário do que aconteceu na Argentina, em que a Igreja compactuou com os crimes da ditadura, no Brasil a Igreja e os militares se tornaram inimigos declarados e muitos padres e freiras foram torturados e até assassinados." A primeira versão do texto, conta Kucinski, era enxuta e quase telegráfica. A novela foi rejeitada pela editora Rocco, e o autor continuou a trabalhar nela, aumentando o texto. "Devidamente re-enxugada, ficou no ponto, como uma massa de pão que você estica e amassa, estica e amassa. Finalmente procedi à reestruturação nos dois tempos presente e passado, que se intercalam." Mesmo assim, o autor demorou para publicar a obra. "Acho que a recusa da Rocco me deixou inseguro, embora eles tivessem suas razões, entre as quais o fato de meu livro anterior com eles não ter sido um sucesso de vendas. Todo autor é um ser inseguro. Mas nunca parei de escrever. Agora, nos meus quase 83 anos, e sob ameaça de uma pandemia, achei melhor desovar tudo. No fim do ano, devo lançar o conjunto completo de meus contos, mais de 50 contos. E tenho outro manuscrito já terminado."

  • No aniversário de Nego do Borel, Duda Reis se declara
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    No aniversário de Nego do Borel, Duda Reis se declara

    Duda Reis usou seu Instagram nesta sexta-feira (10.07) para fazer uma homenagem ao noivo, Nego do Borel, que completa 28. A atriz se declarou para o funkeiro em uma linda homenagem.

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    Baixista do Simple Plan deixa a banda e se desculpa após acusações de assédio

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O baixista David Desrosiers, 39, anunciou sua saída da banda Simple Plan após ser acusado de assédio sexual nas redes sociais. Em nota, o músico disse que vai "procurar ajuda profissional para me educar e agir apropriadamente no futuro." No comunicado publicado em seu Instagram, Desrosiers disse que declarações públicas feitas recentemente mostraram a ele que algumas de suas interações com mulheres podem ter causado danos, e afirmou que lamenta por isso. A banda também postou em suas redes sociais uma nota se desculpando às mulheres atingidas pelos atos do baixista. "Lamentamos também por todos os nossos fãs que estão desapontados com esta situação lamentável", afirmou. Ainda no comunicado, o Simple Plan afirmou que o grupo vai tirar um tempo para descansar, refletir e implementar diretrizes para evitar situações como esta". Desrosiers já tinha se afastado por alguns meses da banda, entre 2017 e 2018, mas para tratar uma depressão. Dessa vez, ele foi acusado por uma jovem, através da página no Instagram Victims Voices Montreal, de ameaça e abuso. Em seu relato, a jovem afirma que fez sexo consensual com o músico, mas que ele começou a convidar amigos para festas com sexo em grupo, que ela não queria participar. Ela também afirma que foi ameaçada por ele. "Ele escolhe sua vítima entre as fãs da banda, pois elas são silenciosas e acreditam que a maneira como ele as trata é normal. Existem dezenas de garotas que ele tratou assim, que têm medo de falar porque ele está em uma banda grande."

  • Luciano Huck se surpreende ao comparar evolução da altura do filho em 5 meses
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    Luciano Huck se surpreende ao comparar evolução da altura do filho em 5 meses

    Luciano Huck mostrou que perdeu o posto de mais alto da família para o filho mais velho, Joaquim, de 15 anos.

  • Após assumir namoro, Zé Felipe e Virgínia postam vídeos românticos
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    Após assumir namoro, Zé Felipe e Virgínia postam vídeos românticos

    O cantor Zé Felipe e a influenciadora digital Virgínia não escondem mais que estão apaixonados. O casal, que assumiu o namoro na noite desta quinta-feira (10), compartilhou nos Stories vídeos românticos dos dois juntos na casa em que estão, em Governador Valadares, em Minas Gerais.

  • Babu troca casa simples por uma maior no Rio
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    Babu troca casa simples por uma maior no Rio

    O ex-BBB Babu Santana está de casa nova, depois de sair da que morava, de 70 metros quadrados, na Ilha da Gigóia, no Rio.

  • Anitta rebola com Gui Araújo ao som de nova música
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    Anitta rebola com Gui Araújo ao som de nova música

    Anitta fez a temperatura subir ao rebolar muito na cama com o namorado, Gui Araújo, na madrugada desta sexta-feira (10), ao lançar a música "Tócame".

  • Eliana se cura do coronavírus e volta a abraçar os filhos após duas semanas
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    Eliana se cura do coronavírus e volta a abraçar os filhos após duas semanas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS0 - Finalmente, a apresentadora Eliana, 46, conseguiu abraçar de novos seus dois filhos: Arthur, 8, e Manu, 2. E a primeira coisa que a pequenininha perguntou para ela no momento em que pode abraçar a mãe foi: "O 'coronga' foi embora"? Em postagem emocionada, Eliana contou mais sobre como foi o momento. "O dia foi agitado, começou com a Manu na porta do meu quarto perguntando: 'Mãe? O coronga foi embora?'. E logo o Arthur também apareceu perguntando se podia abraçar. Foi um alívio estar com saúde ao lado deles. Mesmo na fé de que tudo ficaria bem, chorei algumas vezes", contou. Segundo ela, o marido e a irmã foram os responsáveis por sua pronta recuperação. "Porto seguro nessa missão de cuidar, zelar e dar toda a atenção as crianças na minha 'ausência'. É importante eleger uma pessoa que não esteja no grupo de risco para levar e trazer comida para o 'isolado' não circular pela casa. Usei máscara o tempo todo, tomei muita água, fiz aromaterapia com óleos naturais para acalmar, li, orei, meditei, ouvi músicas para relaxar", disse. Eliana também agradeceu aos fãs pelas mensagens de carinho. A apresentadora Eliana anunciou dia 26 de junho que contraiu a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Ela fez uma postagem falando sobre o assunto em suas redes sociais. "Hoje recebi a notícia que minha família testou negativo (Adri, Manu, Arthur, minha irmã e minha mãe) e eu testei positivo para o Covid 19", contou. "Fiquei sem chão, triste e surpresa." A estrela do SBT disse que ficou surpresa de ter contraído a doença porque estava se cuidando. "Depois de duas semanas intensas de gravações tomando todas as precauções que estavam ao meu alcance não poderia imaginar que aconteceria", afirmou. Dois dias depois, ela foi surpreendida pela criatividade do filho Arthur. O pequeno escreveu uma cartinha cheia de amor para a mãe, que precisou ficar isolada dele para não transmitir a doença, e a passou por baixo da porta do cômodo onde Eliana estava. "Querida mãe, você estando com o corona ou não, [nada] nunca vai nos impedir de te amar. Você é tudo para a nossa família, pelo menos no meu coração. Te amo até o fim", escreveu.

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    Raul Wassermann, fundador do Grupo Editorial Summus, morre aos 77

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Fundador do Grupo Editorial Summus, o editor Raul Wassermann morreu aos 77 anos na noite desta quinta-feira (9), em São Paulo, em decorrência de um câncer contra o qual lutava há 12 anos. Paulista filho de imigrantes da Bessarábia, atual Moldávia, ele criou na década de 1970 a editora, hoje estabelecida principalmente nas áreas de educação, psicologia e comunicação. O grupo concentra sete selos -Summus Editorial, Editora Ágora, Selo Negro Edições, Edições GLS, MG Editores, Mescla Editorial e Plexus Editora-, tendo publicado autores como Moacyr Scliar, Nei Lopes e Flávio Gikovate. A atuação de Wassermann no mercado editorial o levou a presidir a Câmara Brasileira do Livro por duas gestões, de 1999 a 2003. Segundo nota da CBL, o editor "conduziu importantes projetos como o Circuito Paulista do Livro, e trouxe novos olhares e propostas para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo". Wassermann também fundou e presidiu a Associação Brasileira de Direito Reprográfico, voltada a defender direitos de autores e editoras contra a cópia não autorizada. Ele deixa a mulher, Edith, três filhos e cinco netos. O velório será reservado aos familiares, por causa da pandemia de coronavírus.

  • Danilo Gentili acusa Bolsonaro de pedir sua cabeça no SBT; presidente nega
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    Danilo Gentili acusa Bolsonaro de pedir sua cabeça no SBT; presidente nega

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O apresentador Danilo Gentili acusou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de pedir a sua cabeça e de promover censura ao SBT. Em resposta a uma seguidora nas redes sociais, ele disse que o caso teria acontecido na época em que ele criticou o fundão eleitoral que injeta dinheiro em campanhas. Danilo também xinga o presidente na publicação. Tudo começou quando o apresentador do The Noite publicou uma piada sobre o presidente ter contraído Covid-19. Na postagem pelo Twitter, Gentili escreveu: "Covid-19 foi a primeira coisa positiva que o atual presidente apresentou até o momento". A publicação dividiu opiniões. Porém, a uma internauta contrária, que o reprimiu e disse que o apresentador atacava aquele que já o tinha defendido no passado, respondeu de forma mais áspera. "Fui defendido por ele uma ova. Saiba você que tomei processo por defendê-lo e esse 'fdp' foi pedir a minha cabeça e censura no meu emprego", diz parte da postagem. Em outra parte da resposta, Gentili chama Bolsonaro de "psico", "merda" e mentiroso". Também diz que ele tem uma "família de vagabundo". Por outro lado, o presidente Jair Bolsonaro negou durante live que ele tenha pedido a demissão de Gentili. "Jamais procurei órgão de imprensa nenhum para demitir quem quer que seja. Coitada da minha mãe. Está viva, com 93 anos, e vê um negócio desses", disse.

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    De mortes a pedofilia, relembre outras tragédias e polêmicas com o elenco de 'Glee'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS0 - O desaparecimento da atriz Naya Rivera, 33, tem mexido com muita gente que se mostra preocupada e surpresa com o fato. A atriz teve "morte presumida" pelas autoridades que agora aguardam o corpo emergir à superfície para encontrá-la. Porém, essa não é a primeira tragédia que acontece com alguém do elenco da série "Glee" da qual Naya fez parte. No casting da série já aconteceram mais mortes, casos de violência e até de pedofilia. Em novembro de 2017, a própria atriz Naya Rivera, agora desaparecida, foi presa e acusada de agredir seu marido Ryan Dorsey com quem teve um filho. Ela pagou uma fiança de US$ 1 mil (R$ 5.380 pelo dólar de hoje) e foi liberada. A atriz Samantha Marie Ware já disse que a atriz norte-americana Lea Michele, também da série, transformou a vida dela em um inferno. Era a estreia de Samantha na TV. De acordo com ela, Lea a atrapalhou muito. Após uma postagem de Lea recriminando a morte de George Floyd, a colega de set a atacou pelo Twitter. "Rindo muito. Você se lembra de quando fez do meu primeiro trabalho na TV um inferno? Porque eu nunca vou esquecer. Acho que você disse para todo mundo que, se tivesse a oportunidade, 'cagaria na minha peruca', entre outras pequenas agressões traumáticas que me fizeram me questionar sobre a carreira em Hollywood", escreveu. Além disso, o ator Mark Salling, o Noah de "Glee", morreu em 2018. O corpo dele foi descoberto pendurado em uma árvore perto do rio Los Angeles. Ele era acusado de ter pornografia infantil em sua posse. Inclusive, foi preso em 2015. Em 2013 também havia sido acusado de agressão sexual por uma ex-namorada. O ator Cory Monteith, que interpretava o protagonista Finn Hudson na história, foi encontrado morto em 2013 em um hotel no Canadá. Ele injetou heroína no sangue. A atriz Becca Tobin, que viveu a Kitty de "Glee", também sofreu um abalo emocional. O namorado dela foi encontrado morto em um hotel na Filadélfia (EUA). A causa da morte nunca foi revelada, mas acredita-se que ele teve um infarto fulminante aos 35 anos. Mas as tragédias e polêmicas não param por aí. Em 2010, os atores Cory Monteith, Lea Michele e Dianna Agron fizeram um ensaio sensual para uma revista. O ensaio foi rotulado como próximo da pedofilia. Isso porque as atrizes, que na época tinham 24 anos, apareciam vestidas como estudantes em poses provocantes.