• Noiva exige que damas de honra fiquem exatamente na mesma altura no dia do casamento
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    Noiva exige que damas de honra fiquem exatamente na mesma altura no dia do casamento

    Uma noiva causou fúria entre suas oito damas de honra por querer que todas tivessem a mesma altura no altar

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    Confira os vencedores do prêmio Eisner, o principal de histórias em quadrinhos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Conhecido como o Oscar do universo das histórias quadrinhos, o Eisner Awards anunciou seus vencedores na noite desta sexta-feira (19), durante a 50ª edição da Comic-Con em San Diego, nos Estados Unidos, evento que segue até o domingo (21). O americano Tom King, atual roteirista de Batman e um dos principais da DC Comics, foi coroado como o grande vencedor de 2019 e garantiu pelo segundo ano consecutivo o prêmio de melhor escritor pela série do homem-morcego, além de "Senhor Milagre",  "Heroes in Crisis" e "Swamp Thing Winter Special". Ele também foi reconhecido na categoria de melhor história curta com "The Talk of the Saints", melhor minisérie, com "Senhor Milagre" -feita ao lado de Mitch Gerads- e melhor republicação de álbum gráfico, com "Visão". Gerads, parceiro de King, também foi premiado por seu trabalho como arte-finalista em "Senhor Milagre". Outro destaque da noite foi a HQ "Dias Gigantes", de John Allison, Max Sarin eJulaa Madrigal, reconhecida como melhor série e melhor publicação de humor.  "A Terrível Elizabeth Dumn contra os Diabos de Terno", de Arabson Assis; "Pétalas", de Gustavo Borges e Cris Peter e "The immortal Hulk", com Joe Bennett e Ruy José foram os representantes brasileiros na premiação, mas não levaram nada. MELHOR HISTÓRIA CURTA: \- Get Naked in Barcelona de Steven T. Seagle e Emei Olivia Burrell, em Get Naked (Image) \- The Ghastlygun Tinies de Matt Cohen e Marc Palm, em MAD magazine 4 (DC Comics) \- Here I Am de Shaun Tan em I Feel Machine (SelfMadeHero) \- Life During Interesting Times de Mike Dawson (The Nib) \- Supply Chains de Peter e Maria Hoey, em Coin-Op 7 (Coin-Op Books) \- The Talk of the Saints por Tom King e Jason Fabok, em Swamp Thing Winter Special (DC Comics) MELHOR HISTÓRIA EM EDIÇÃO ÚNICA: \- Beneath the Dead Oak Tree, de Emily Carroll (ShortBox) \- Black Hammer: Cthu-Louise, de Jeff Lemire e Emi Lenox (Dark Horse) \- No Better Words, de Carolyn Nowak (Silver Sprocket) \- Peter Parker: The Spectacular Spider-Man 310, de Chip Zdarsky (Marvel) \- A Terrível Elizabeth Dumn contra os Diabos de Terno, de Arabson Assis (IHQ Studio/ Image) MELHOR SÉRIE: \- Batman, de Tom King e vários artistas (DC Comics) \- Black Hammer: Age of Doom, de Jeff Lemire, Dean Ormston, e Rich Tommaso (Dark Horse) \- Gasolina, de Sean Mackiewicz e Niko Walter (Skybound/Image) \- Dias Gigantes, de John Allison, Max Sarin, e Julaa Madrigal (BOOM! Box) \- The Immortal Hulk, de Al Ewing, Joe Bennett, e Ruy José (Marvel) \- Fugitivos, de Rainbow Rowell e Kris Anka (Marvel) MELHOR MINISÉRIE: \- Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy (DC Comics) \- Eternity Girl, de Magdalene Visaggio e Sonny Liew (Vertigo/DC Comics) \- Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, de Mark Russell, Mike Feehan, e Mark Morales (DC Comics) \- Senhor Milagre, de Tom King e Mitch Gerads (DC Comics) \- X-Men: Grand Design: Second Genesis, de Ed Piskor (Marvel) MELHOR SÉRIE ESTREANTE: \- Bitter Root, de David Walker, Chuck Brown, e Sanford Green (Image) \- Crowded, de Christopher Sebela, Ro Stein, e Ted Brandt (Image) \- Gideon Falls, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino (Image) \- Isola, de Brenden Fletcher e Karl Kerschl (Image) \- Man-Eaters, de Chelsea Cain e Kate Niemczyk (Image) \- Skyward, de Joe Henderson e Lee Garbett (Image) MELHOR PUBLICAÇÃO DE HUMOR: \- Get Naked, de Steven T. Seagle e vários artistas (Image) \- Dias Gigantes, de John Allison, Max Sarin, e Julia Madrigal (BOOM! Box) \- MAD magazine, editada por Bill Morrison (DC Comics) \- A Perfect Failure: Fanta Bukowski 3, de Noah Van Sciver (Fantagraphics) \- Woman World, de Aminder Dhaliwal (Drawn & Quarterly) MELHOR NÃO-FICÇÃO: \- All the Answers: A Graphic Memoir, de Michael Kupperman (Gallery 13) \- All the Sad Songs, de Summer Pierre (Retrofit/Big Planet) \- Is This Guy For Real? The Unbelievable Andy Kaufman, de Box Brown (First Second) \- Monk! de Youssef Daoudi (First Second) \- One Dirty Tree, de Noah Van Sciver (Uncivilized Books) MELHOR ROTEIRISTA: \- Alex de Campi por Bad Girls (Gallery 13) e Twisted Romance (Image) \- Tom King por Batman, Senhor Milagre, Heroes in Crisis e Swamp Thing Winter Special (DC Comics) -Jeff Lemire por Black Hammer: Age of Doom, Doctor Star & the Kingdom of Lost Tomorrows e Quantum Age (Dark Horse); Descender, Gideon Falls e Royal City (Image) \- Mark Russell por Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, Green Lantern/Huckleberry Hound e Lex Luthor/Porky Pig (DC Comics); Lone Ranger (Dynamite) \- Kelly Thompson por Nancy Drew (Dynamite); Gaviã Arqueira, Jessica Jones, Mr. & Mrs. X, Rogue & Gambit, Fabulosos X-Men, Vingadores da Costa Oeste (Marvel) \- Chip Zdarsky por Peter Parker: The Spectacular Spider-Man, Marvel Two-in-One (Marvel) MELHOR ROTEIRISTA/DESENHISTA: \- Sophie Campbell por Wet Moon (Oni) \- Nick Drnaso por Sabrina (Drawn & Quarterly) \- David Lapham por Lodger (Black Crown/IDW); Stray Bullets (Image) \- Nate Powell por Come Again (Top Shelf/IDW) \- Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge) \- Jen Wang por The Prince and the Dressmaker (First Second) MELHOR ARTE-FINALISTA: \- Matías Bergara por Coda (BOOM!) \- Mitch Gerads por Senhor Milagre (DC Comics) \- Karl Kerschl por Isola (Image) Sonny Liew por Eternity Girl (Vertigo/DC Comics) Sean Phillips por Kill or Be Killed e My Heroes Have Always Been Junkies (Image) Yanick Paquette por Mulher Maravilha: Terra Um vol. 2 (DC Comics) MELHOR CAPISTA: \- Jen Bartel por Blackbird (Image); Submerged (Vault) \- Nick Derington por Senhor Milagre (DC Comics) \- Karl Kerschl por Isola (Image) \- Joshua Middleton por capas variantes de Batgirl e Aquaman (DC Comics) \- Julian Tedesco por Gaviã Arqueira e A vida da Capitã Marvel (Marvel) MELHOR COLORISTA: \- Jordie Bellaire por Batgirl e Batman (DC Comics); The Divided Earth (First Second); Days of Hate, Dead Hand Head Lopper e Redlands (Image); Shuri e Doutor Estranho (Marvel) \- Tamra Bonvillain por Alien 3 (Dark Horse); Batman e Patrulha do Destino (DC Comics); Moon Girl and Devil Dinosaur e Multiple Man (Marvel) \- Nathan Fairbairn por Batman, Batgirl, Aves de Rapina e Mulher Maravilha Terra Um vol. 2 (DC Comics); Die!Die!Die! (Image) Matt Hollingsworth por Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics): Seven to Eternity, Wytches (Image) \- Matt Wilson por Black Cloud, Paper Girls, The Wicked + The Divine (Image); O Poderoso Thor, Fugitivos (Marvel) MELHOR LETRISTA: \- David Aja por Seeds (Berger Books/Dark Horse) Jim Campbell por Dias Gigantes, Abbott, Alice: Dream to Dream, Black Badge, Clueless, Coda, Fence, Firefly, Grass Kings, Lumberjanes: The Infernal Compass, Low Road West e Sparrowhawk (BOOM); - Breathless, Calexit, Gravetrancers, Snap Flash Hustle, Survival Fetish e The Wilds (Black Mask); Angelic (Image); Wasted Space (Vault) \- Alex de Campi, Bad Girls (Gallery 13); Twisted Romance (Image) \- Jared Fletcher por Batman: Damned (DC Comics); The Gravediggers Union, Moonshine, Paper Girls e Southern Bastards (Image) \- Todd Klein por Black Hammer: Age of Doom e Neil Gaiman’s A Study in Emerald (Dark Horse); Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics); Eternity Girl e Livros da Magia (Vertigo/DC Comics); The League of Extraordinary Gentlemen: The Tempest (Top Shelf/IDW) MELHOR QUADRINHO DIGITAL: \- Aztec Empire, de Paul Guinan, Anina Bennett e David Hahn \- The Führer and the Tramp, de Sean McArdle, Jon Judy, e Dexter Wee \- The Journey, de Pablo Leon (Rewire) \- The Stone King, de Kel McDonald e Tyler Crook (comiXology Originals) \- Umami, by Ken Niimura (Panel Syndicate) MELHOR WEBCOMIC: \- The Contradictions, de Sophie Yanow \- Lavender Jack, de Dan Schkade (WEBTOON) \- Let's Play, de Mongie (WEBTOON) \- Lore Olympus, de Rachel Smythe, (WEBTOON) \- Tiger, Tiger, de Petra Erika Nordlund, (Hiveworks)-2019-em-san-diego

  • 'Horror para a família', com pegada retrô, marca novo longa de Guillermo de Toro
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    'Horror para a família', com pegada retrô, marca novo longa de Guillermo de Toro

    LOS ANGELES, EUA (FOLHAPRESS) - Em meados dos anos 1980, quando ainda fazia curtas em Guadalajara, no México, o cineasta Guillermo del Toro ficou tão fascinado pela série literária "Histórias Assustadoras para Contar no Escuro" que comprou nove ilustrações originais do livro, mesmo inundado de dívidas.  O que parecia loucura para um jovem artista virou um investimento certeiro. Em agosto, a adaptação homônima da obra de Alvin Schwartz, lançada em 1981, chega aos cinemas com produção e roteiro de Del Toro, seu primeiro grande filme desde o Oscar por "A Forma da Água" há dois anos.  "Sinto que trabalho neste projeto há muito mais tempo, pois os livros fazem parte da minha imaginação juvenil", conta o mexicano.  Como já estava comprometido com vários projetos, inclusive "A Forma da Água", Del Toro não pôde assumir a cadeira de diretor, um desejo do estúdio. A função foi repassada para o norueguês André Øvredal, de "O Caçador de Troll". "André tem um estilo muito elegante, mas também delicioso de assistir. Há dois tipos de horror, o perturbador e o divertido. Ele faz o segundo muito bem", explica o produtor e roteirista.  "Histórias Assustadoras para Contar no Escuro" segue a linha retrô de séries como "Stranger Things" ou de filmes como "It: A Coisa", mas Del Toro lembra Steven Spielberg e sua produtora, a Amblin, como maiores inspirações.  "Queria fazer um horror para a família. Você cresce com esses filmes, então conhecemos os limites para obtermos uma classificação indicativa para crianças acima dos dez anos. Quando elas entram nessa fase, querem se rebelar contra os pais e contra o sistema. Não importa a época. Por isso que Roald Dahl e Walt Disney foram tão bem-sucedidos. Souberam equilibrar o lado sombrio com os ritos de passagem", lembra ele. "Pinóquio virando um burro até hoje me assusta."  A trama se passa em 1968, numa pequena cidade americana chamada Mill Valley. Um grupo de adolescentes liderado pela esperta Stella, vivida por Zoe Margaret Colletti, entra numa mansão considerada mal-assombrada e encontra um livro mágico que conta histórias baseadas nos medos de quem o lê.  Os textos, claro, viram realidade e orbitam em torno de questões morais, como a jovem obcecada por beleza que ganha uma espécie de espinha cheia de aranhas no rosto.  Del Toro decidiu não dividir o longa em pequenas histórias isoladas, seguindo a linha da adaptação "Goosebumps: Monstros e Arrepios", de 2015. "Adoro antologias, mas as pessoas sempre tendem a lembrar do episódio mais fraco, então preferi fazer um filme tradicional com algumas histórias retiradas de vários volumes do livro", afirma o produtor.  Uma dessas histórias é a do espantalho Harold. No livro original, ele é o pivô da briga entre dois fazendeiros, mas no filme atual, a criatura é alvo da violência de adolescentes valentões e então decide partir em busca de vingança.  Quando o trailer foi lançado, em março, comentários nas redes sociais diziam que o personagem lembra o presidente Jair Bolsonaro. "Sim, consigo notar a semelhança", diz Del Toro, às gargalhadas, ao saber da comparação. "Mas a inspiração de todas as criaturas do filme veio das ilustrações originais de Stephen Gammell que estão nos livros."  A personalização de cada monstro de "Histórias Assustadoras para Contar no Escuro" foi comandada pessoalmente por Del Toro. O mexicano ficou em Los Angeles criando e aprovando a maquiagem com os artistas escolhidos, enquanto o Øvredal dirigia o filme em Toronto.  "Só há cerca de 20 pessoas no mundo todo que conseguem transformar maquiagem em criaturas de verdade, com expressões perfeitas. Cada monstro teve o melhor escultor do mundo", exalta ele.  A criação dos personagens assustadores, aliás, foi a maior influência de Guillermo del Toro no papel de produtor.  "Eu costumava checar duas vezes para ter certeza se ele realmente estava me dando a liberdade para decidir determinadas coisas sozinho", brinca o diretor André Øvredal.  "Minha posição como produtor é simples", completa Del Toro. "Não faço com os outros o que não quero que façam comigo. Apenas digo que 'sou mais gordo e velho que você, mas a decisão é toda sua'. Tentei protegê-lo de qualquer interferência externa no seu processo criativo."  O mexicano sempre costurou mensagens políticas em seus longas. "A Espinha do Diabo", de 2001, é um filme de fantasmas em plena Guerra Civil Espanhola. Já "O Labirinto do Fauno", de 2006, usa a fantasia como pano de fundo das atrocidades do ditador Francisco Franco. O novo filme lida com a perda da inocência dos Estados Unidos nos anos 1960, mas de maneira mais íntima.  "O horror é uma ferramenta maleável para discutirmos a sociedade", analisa Del Toro. "'A Noite dos Mortos-Vivos', de George Romero, é o filme perfeito sobre o Vietnã. O novo movimento de séries de zumbi é sobre o sentimento dos republicanos mais radicais do interior, exaltando o jogo da caça, mas sem empatia pelo próximo. Todos os grandes filmes de terror refletem um momento específico do mundo. Jordan Peele [diretor de 'Corra!'] está criando toda uma nova voz sobre os Estados Unidos hoje em dia."  A ascensão da ultradireita e a intolerância do mundo atual formaram o subtexto de "A Forma da Água", que ganhou quatro Oscar, inclusive melhor filme e direção, ano passado.  Del Toro diz que nada mudou com suas estatuetas, mas que está honrado pelos prêmios. "Preciso ter outra perspectiva. Quantas pessoas lembram do filme vencedor de 1987? Ou 1993?", pergunta. "Você existe em um determinado momento, mas são os filmes que viverão para sempre." HISTÓRIAS ASSUSTADORAS PARA CONTAR NO ESCURO Estreia nos cinemas em 8 de agosto

  • Após pedidos de Kim Kardashian e Justin Bieber, Trump trabalha para libertar rapper preso na Suécia
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    Após pedidos de Kim Kardashian e Justin Bieber, Trump trabalha para libertar rapper preso na Suécia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, parece ter ouvido os pedidos de celebridades americanas e está trabalhando para que as autoridades suecas libertem o rapper A$AP Rocky, 30. Detido após uma briga na rua, momentos antes de show em um festival no país, o músico aparece em vídeos jogando um sujeito no chão. Seus advogados disseram que o ato foi em defesa própria. Rakim Mayers --nome verdadeiro do rapper--, está em detenção na Suécia desde o começo do mês. O caso gerou comoção na classe musical americana, que enviou pedidos ao presidente para negociar com as autoridades suecas. De acordo com postagem nas redes sociais, Trump está acompanhando o caso. "Acabei de ter uma ótima conversa com o primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven, que garantiu que o cidadão americano A$AP Rocky será tratado justamente", escreveu. O caso também foi discutido em um encontro com jornalistas na Casa Branca, nesta sexta (19), em que o presidente disse que muitas pessoas o ligaram para pedir ajudar. "Eu, pessoalmente, não conheço A$AP Rocky, mas eu posso dizer que ele tem um apoio tremendo da comunidade afro-americana neste país", disse. O comunicado veio após autoridades suecas decidirem que o rapper ficará mais uma semana sob custódia, para que a polícia continue com as investigações --ela te até 25/7. O deputado Adriano Espaillat, de Nova York (cidade do artista), é outro político que quer auxiliar na libertação e está em permanente contato com a embaixada americana na Suécia. Kanye West e a esposa, Kim Kardashian, entraram em contato com o genro de Trump para convencê-lo a interceder em favor do artista. Outra celebridade que comentou o caso foi Justin Bieber, que aproveitou para alfinetar o presidente em seu pedido de ajuda. "Eu quero meu amigo fora. Eu aprecio que você esteja tentando ajudá-lo. Mas enquanto isso, você também pode deixar aquelas crianças fora das grades?", questionou em relação a imigrantes ilegais detidos na fronteira dos Estados Unidos com o México.

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    Filósofa húngara Agnes Heller morre aos 90 anos

    BUDAPESTE, HUNGRIA (FOLHAPRESS) - A filósofa húngara Agnes Heller, dissidente do regime comunista na Hungria e crítica do primeiro-ministro Viktor Orban nos últimos anos, morreu nesta sexta-feira (19), aos 90 anos, segundo a Academia Húngara de Ciências. Nascida em 12 de maio de 1929 em Budapeste, Heller foi aluna de um dos mais importantes pensadores húngaros do século 20, o filósofo marxista Georg Lukacs (1885-1971), e se tornou uma das principais figuras da Escola de Budapeste - crítica recorrente do socialismo húngaro que se desenvolveu após a revolta de 1956, em Budapeste, reprimida pelas tropas soviéticas. Considerada uma dissidente e perseguida pelo regime comunista nos anos 1970, a filósofa, nascida em uma família judia -seu pai morreu em Auschwitz- se exilou para lecionar na Austrália e em Nova York, onde ocupou a cátedra de Hannah Arendt. Ela foi professora por 25 anos na New School for Social Research de Nova York. Ao voltar para a Hungria, nos anos 2000, tornou-se uma figura de oposição intelectual do premiê conservador Viktor Orban, no poder desde 2010, e cujo governo multiplicou as campanhas contra a filósofa.  Desde então, a húngara concedeu várias entrevistas à imprensa mundial, nas quais expressava sua preocupação com o que considerava uma regressão das liberdades democráticas do país.

  • Kim Kardashian e Kanye West pedem ajuda a Donald Trump para libertar rapper preso
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    Kim Kardashian e Kanye West pedem ajuda a Donald Trump para libertar rapper preso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A socialite Kim Kardashian, 38, e seu marido, o rapper Kanye West, 42, tentam convencer o presidente americano, Donald Trump, a interceder pelo rapper A$AP Rockie, que está preso desde o dia 2 de julho, em Estocolmo, na Suécia, acusado de agressão. De acordo com o TMZ, Kim entrou em contato com o genro do presidente a pedido do marido e isso fez com que o caso chegasse a Trump.  Pelo Twitter, Trump disse que ouviu os apelos e que vai investigar melhor o caso do músico para tentar ajudar. "Acabei de falar com @KanyeWest sobre o encarceramento de seu amigo A$AP Rocky. Vou ligar para o talentoso primeiro-ministro da Suécia para ver o que podemos fazer para ajudar. Muitas pessoas gostariam de ver isso rapidamente resolvido", publicou. Kim agradeceu ao apoio. "Obrigado @realDonaldTrump, @SecPompeo, Jared Kushner e todos os envolvidos com os esforços para liberar A$AP Rocky e seus dois amigos. Seu compromisso com a reforma da justiça é tão apreciado ", publicou.

  • Autocuidado de domingo: máscaras faciais para começar a semana plena
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    Colaboradores Yahoo Vida e Estilo

    Autocuidado de domingo: máscaras faciais para começar a semana plena

    O mercado oferece diversas opções de máscaras, seja em creme, seja em folhas, que tornam esse ritual mais prático – e também econômico!

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    Bernardo Mesquita é pai pela primeira vez e mostra o rostinho do filho Bento

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ator Bernardo Mesquita, 26, acaba de se tornar pai pela primeira vez. Em sua conta no Instagram, mostrou o rostinho do pequeno Bento pela primeira vez. "Bem-vindo, grande amor da minha vida", publicou. A criança nasceu saudável em um hospital do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (19). Rapidamente muitos amigos famosos prestaram suas felicitações ao papai de primeira viagem. Dentre eles o ator Marcello Melo Jr. "Venha Com Muita Saúde, Bentinho. Porque amor não lhe faltará nessa vida!", escreveu. Isabella Santoni também mandou sua mensagem de apoio. "Que amor, parabéns." Vocalista da Banda Eva, Felipe Pezzoni, foi outro que fez questão de marcar presença nesse momento. "Parabéns, irmão, bem-vindo ao time. Que Deus abençoe seu mulekinho", publicou. Dentre os papéis de destaque de Mesquita na TV, destaque para suas atuações "Duas Caras" (Globo, 2007), "Malhação" (Globo, 2010) e "O Rico e Lázaro" (Record, 2017). Ele também ficou bastante marcado por sua atuação no filme "O Mistério de Feiurinha" (2009), no qual fez par romântico com a filha de Xuxa, Sasha Meneghel. Foi eleito "príncipe" no extinto TV Xuxa, naquele mesmo ano.

  • Juntos para turnê, 'Amigos' fizeram do sertanejo a música mais ouvida do Brasil
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    Juntos para turnê, 'Amigos' fizeram do sertanejo a música mais ouvida do Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Cabelos compridos, jaquetas de couro, calças justíssimas, guitarras elétricas e pirotecnia. No começo dos anos 1990, a música caipira acompanhava o brasileiro e deixava a fazenda seduzida pelas luzes das capitais. "A nossa cabeça era fazer uma música sertaneja também para as pessoas da cidade", teoriza Xororó, da dupla com Chitãozinho. "Tínhamos a pretensão de que, sim, poderíamos cantar para públicos grandes. Mas, para isso, tínhamos que modernizar." Hoje, ao lado do funk, o sertanejo é o gênero musical mais consumido do Brasil. A disseminação do estilo, que começou nos anos 1920, aconteceu em paralelo à urbanização do país e se deve principalmente a três duplas - Zezé Di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo. Neste sábado, eles - com exceção de Leandro, morto em 1998 - dão início à turnê "A História Continua", marcando os 20 anos do fim do programa "Amigos", da TV Globo. Segundo Gustavo Alonso, historiador e autor do livro "Cowboys do Asfalto", o sertanejo era "música de circo" até meados dos anos 1970. As plateias, lembra Xororó, não passavam de mil pessoas. "Era só para quem gostava dessa coisa do interior, da origem." A trajetória de Chitãozinho & Xororó foi determinante para toda essa abertura estética do sertanejo. Ainda adolescentes, eles assumiram a influência do rock e da Jovem Guarda, somadas às rancheiras e boleros mexicanos e à guarânia paraguaia, já presentes na música caipira. "Nos anos 1980, eles entram de cabeça nisso", diz Alonso. Chitãozinho & Xororó já haviam atingido um sucesso inesperado com as 200 mil cópias vendidas de "60 Dias Apaixonado", lançado em 1979. Três anos depois, "Fio de Cabelo" vendeu mais de 1 milhão de cópias, e levou o sertanejo às FMs e às principais emissoras de TV. "A partir dali, você vai ver uma música chamada sertaneja que o paulistano gosta, não é só a música do campo", diz Xororó. A dupla paranaense foi pioneira em encampar a ideia de modernização, concomitante com a urbanização do próprio país. Em 1940, quase 70% da população brasileira vivia no campo. Em 1991, 74% já viviam nas cidades. No primeiro Rock in Rio, em 1985, Chitãozinho & Xororó ficaram encantados com a apresentação da banda britânica Yes. "Tiramos ideias do show deles", conta Xororó. "Saíamos no meio do palco, com aquela fumaça indo de baixo para cima. Foi uma revolução, chamava a atenção." A dupla começou a usar instrumentos elétricos e a investir a maior parte dos cachês em equipamentos. Eram eles mesmos que bancavam a estrutura e o transporte. Nos anos 1960, o sertanejo era restrito ao interior de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e o norte do Paraná. Em 1987, as gravadoras calculavam que 10 em cada 12 músicas tocadas nas rádios AM eram sertanejas. Quando Leandro e Leonardo lançaram "Entre Tapas e Beijos", há 30 anos, eles "conseguiram detonar essa fagulha de sucesso nacional", segundo Alonso. Com bateria eletrônica e guitarras estridentes, parecia mais uma música country --ou brega. Para Luciano, da dupla com Zezé Di Camargo, era um "romântico suingue". E não era coincidência. A dupla trabalhou com Otávio Basso, produtor de Amado Batista, para incrementar aspectos da música romântica. Em 1991, "Pense em Mim" só não tocou mais que "É o Amor". "Eles também começam a incorporar a ideia de modernidade no visual", analisa Alonso. "Claro, podemos falar que é uma modernidade meio brega. Mas é como esses setores da sociedade interpretaram esse momento de urbanização. Eles tocam guitarras, aparecem de terno. Não tem chapéu de palha, esse papo de apelar às raízes, à origem rural. Era o contrário --quero ser moderno, ter um carro, fazenda com haras." No primeiro disco de Zezé Di Camargo & Luciano, em 1991, o cenário já era favorável. "O primeiro programa que eu fiz, já de cara, foi o da Xuxa", recorda Luciano. Nos anos 1990, os temas românticos também foram radicalizados. Além de mais sofridas, as músicas tratavam de relacionamentos de uma maneira mais universal, em oposição às narrativas de costumes e da vida do campo. "Além da estrutura melódica, que mudou, acho que trouxemos uma modernidade na fala", diz Luciano. "O linguajar de 'É o Amor' é atemporal. Levamos a música para a boca das pessoas das grandes cidades." Ao chegar às capitais, o sertanejo ameaçou a hegemonia histórica da MPB. E a resistência foi equivalente ao sucesso das duplas. "Tudo que era popular e romântico era brega", reflete Xororó. "O tratamento que dávamos para a nossa música era o mesmo de Julio Iglesias e de Roberto Carlos. Incomodava? Sim, mas sentíamos que o povo estava apaixonado pelo que fazíamos." Quando subirem ao palco para a nova turnê, os tais "Amigos" do sertanejo vão encontrar um contexto bem diferente. Depois deles, o gênero passou a dominar a indústria. Todos os cinco são astros, incrustados demais na cultura nacional para serem ignorados. E sua influência continua palpável. O ideal de modernidade acompanha o sertanejo universitário. Luan Santana investiu milhões numa "estrutura cyberpunk" --incluindo uma espécie de esqueleto que se movimenta e uma concha de vidro-- para seu novo DVD.   Tal qual Leandro & Leonardo com Amado Batista, Munhoz & Mariano não tiveram nenhum pudor em misturar sertanejo e arrocha em "Camaro Amarelo". Nos últimos anos, também com a ascensão do "feminejo", a sofrência virou subgênero. "Música sertaneja é romantismo", define Luciano. "A Marília Mendonça com a sofrência, esses boleros, ela canta o que eu cantei. Vai ouvir 'Pão de Mel', diz se não está lá?" Três hits essenciais dos 'Amigos' 'Fio de Cabelo' (1982) Até o começo dos anos 1980, poucos artistas tinham um disco com vendas superiores a 1 milhão de cópias (Roberto Carlos e Nelson Gonçalves entre eles). Esta guarânia de Chitãozinho & Xororó impulsionou o primeiro álbum de sertanejo ('Amante Amada') que passou a marca 'Entre Tapas e Beijos' (1989) Para a música sertaneja mais bem-sucedida da década (vendeu R$ 1,8 milhão), Leandro & Leonardo se aproximaram do country e da música romântica. Tachada de brega, a faixa antecipou o boom do gênero na década seguinte 'É o Amor' (1991) Com a indústria mais receptiva, Zezé Di Camargo & Luciano estrearam com um sucesso instantâneo. Este clássico vendeu 750 mil cópias em seis meses e 1 milhão em menos de um ano, além de levar a dupla às rádios e à TV

  • Neymar cria avatar que lembra Marquezine em game e escreve 'vamos jogar de novo'
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    Folhapress

    Neymar cria avatar que lembra Marquezine em game e escreve 'vamos jogar de novo'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O jogador Neymar, 27, publicou na noite de quinta-feira (18) uma foto em seu Instagram de um avatar de game que lembra a sua ex, Bruna Marquezine, 23. Na internet, fãs do casal logo comentaram a semelhança da boneca do jogo "PUBG" ("Playerunknown's Battlegrounds") com a atriz. Entre idas e vindas, Neymar e Bruna namoraram de 2012 até outubro de 2018. Acompanhado da imagem, que foi publicada no Stories do seu Instagram, ele escreveu: "Let's play again" [Vamos jogar de novo]" e marcou três amigos que estavam jogando o game com ele.  O avatar escolhido por Neymar tem o cabelo curto e usa figurino da Arlequina, personagem da DC Comics. No ano passado, quando ainda namoravam, o jogador disse que tinha mudado o seu avatar para uma mulher realmente parecida com a atriz. "Tentei fazer a Bruna Marquezine", afirmou ele na ocasião.  "Já deveriam ter voltado o namoro", comentou um internauta. "Eu adoro os dois juntos", comentou outra. Morando em Los Angeles, Marquezine foi vista recentemente saindo de um restaurante ao lado do modelo Younes Bendjima, 26, que é ex-namorado da socialite Kourtney Kardashian, 40. Essa não é a primeira vez que os dois são vistos juntos. No final do junho, Bruna e Younes estiveram presentes no desfile campestre de dez anos da grife Jacquemus, em campos de lavanda do sul da França.  .

  • Queridinha dos sertanejos, stylist conta bastidores: ‘Fernando já usou jaqueta minha'
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    Bárbara Saryne

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    Roze Motta tem sido procurada por aqueles que querem impressionar, mas morrem de medo de cometer erros na moda

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    Amanda Caroline

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    Então, o que exatamente é o colágeno e por que algumas pessoas clamam por ele?

  • "Bolsonaro deveria cuidar da moral da própria família", diz 'Bruna Surfistinha'
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    Diego Olivares

    "Bolsonaro deveria cuidar da moral da própria família", diz 'Bruna Surfistinha'

    "Antes de fazer juízo de valor sobre os outros deveria cuidar da moral da própria família", completou Raquel, em entrevista

  • Ronnie Von é demitido da Gazeta e após duas horas recebe proposta: 'Não fico sem emprego'
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    Ronnie Von é demitido da Gazeta e após duas horas recebe proposta: 'Não fico sem emprego'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Demitido nesta sexta-feira (19) da Gazeta, por volta das 15h, o apresentador Ronnie Von, 75, diz que não há motivos para lamentações. Duas horas depois do fim do programa ele conta ter recebido uma proposta para comandar uma nova atração, no período noturno, nos mesmos moldes que o Todo Seu em uma emissora de TV aberta. O destino ele guarda em segredo. "Estou tranquilo, não vamos parar. Está difícil para todo mundo mesmo. Eu recebi uma hora atrás [por volta de 17h desta sexta] uma proposta de um projeto. Estamos negociando. Não vou ficar muito tempo fora do ar. Pela competência eu não fico sem emprego", comenta Ronnie. De acordo com ele, durante 15 anos ele ficou com "ouvido louco", ou seja, surdo para novas propostas. E isso mudou radicalmente agora. "Só que antes eu tinha uma zona de conforto, mas agora não tenho mais essa zona de conforto. Entendo perfeitamente a Gazeta e em breve estarei no ar. As pessoas não vão deixar de me assistir. Minha paixão é a televisão. Foi de surpresa [a demissão], mas está tudo correto. Comercialmente estava difícil", analisa. Segundo Ronnie, até o final do ano esse projeto deve sair do papel. Ele revela ainda que não precisou ligar para ninguém: ligaram para ele. Trata-se de um programa novo e não algo que já exista. De acordo com ele, que guarda a sete chaves o que vem por aí, a atração não vai violentar seus princípios. "No canal onde eu estava até hoje eu priorizava uma TV na qual as pessoas não precisassem ver pornografia, escatologia e sangue. O que sempre quis é fazer programa que ninguém tenha vergonha de assistir. Tem que ter informação, cultura, prestação de serviço e entretenimento sadio, música boa", explica. Por ter sido demitido nesta sexta-feira após o programa Todo Seu, ao vivo, após as 15h, Ronnie diz que não teve como se despedir. E que agora há muitos fãs o procurando e chorando por conta da saída dele. Ronnie faz questão de tranquilizar as pessoas. "Essa coisa de ninguém se despedir é lugar comum na Gazeta. Acaba programa e ninguém se despede. Tanto que esperaram acabar o programa para me chamar para reunião. Essa recessão afeta muito a comunicação e eu entendo. Não podiam bancar meu salário. Tem muita gente ligando, está uma choradeira, um muro das lamentações. Mas tenham paciência que em breve eu volto", comenta o apresentador. Apesar de se dizer tranquilo, Ronnie ficou chateado por conta da demissão em massa de seus produtores. Ele também crava que a TV é o grande amor que ele tem, mais até do que a música, e que quer ficar bem velhinho fazendo isso. Junto com ele foi demitido o apresentador Celso Zucatelli, 46, após três meses com o De A a Zuca. "Vou fazer um esforço para levá-lo comigo [ao novo programa]", conclui.