• Wanessa Camargo diz ter planos com Sandy para emplacar a 'parceria do século'
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    Wanessa Camargo diz ter planos com Sandy para emplacar a 'parceria do século'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As cantoras Wanessa Camargo, 36, e Sandy, 36, podem em breve fazer uma música juntas. Pelo menos esse é o plano revelado por Wanessa durante o lançamento de sua nova música, "Vou Lembrar", que entrará nas plataformas digitais e no YouTube nesta sexta-feira (20). Segundo a artista, ambas já conversaram sobre essa possibilidade e basta conciliar as atribuladas agendas para que a estratégia saia do papel. "Seria a parceria do século", afirma ela, aos risos. "Espero que aconteça, mas agora eles estão em turnê e eu lançando canções. Já conversei com ela sobre isso e a vontade de ambas existe. Temos um respeito e carinho que construímos uma pela outra", define Wanessa. Durante muitos anos foi criado em torno das duas uma rivalidade. As duas tem a mesma idade, começaram a cantar ainda pequenas e são filhas de pais sertanejos. Porém, segundo Wanessa, essa briga nunca foi verdade. "A bagunça que fizeram comigo e com a Sandy durante muito tempo era totalmente infundada. Nunca houve uma competição de fato de a gente brigar, de a gente se odiar. Sempre teve respeito", revela. Para ela, porém, essa possível rivalidade partiu dos fã-clubes. "Eram públicos parecidos e eles brigavam para dizer quem era melhor. Por que não curtir as duas, gente? Só temos a ganhar. Olha que legal seria se eu sempre tivesse o apoio do fã-clube da Sandy e ela do meu. Todo mundo ganha", opina. Em 2018 a artista subiu ao palco de um show de Sandy, em São Paulo, e com ela fez um dueto.  As comparações sempre rondaram a vida da cantora filha de Zezé Di Camargo, 57. Em certo momento, além de Sandy, ela também foi comparada à Anitta. Para Wanessa, não há mal nenhum em comparar, mas na forma de fazer isso. "O que me entristece é que muitas vezes essa comparação não é saudável. Vira uma competição para desqualificar o outro lado. Uma canta melhor, a outra é mais bonita... De onde vem essa cultura? Tem que mudar", opina. Enquanto a parceria não chega, porém, ela gosta de imaginar que tipo de canção poderia fazer com a amiga. Wanessa, nos últimos anos, se aventurou no pop, no romântico, no eletrônico e no sertanejo. "Teria que ser 'a música', né? Já pensou a Sandy dançando funk? Seria genial", diverte-se.

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    Com piora gradativa, 'Rambo' chega ao fundo do poço em quinto filme

    FOLHAPRESS- O verbo "trucidar" apresenta os seguintes significados nos dicionários: matar com selvageria, matar com crueldade, exterminar, destruir, esmagar. Pois bem. John Rambo, em seu quinto filme, não mata simplesmente os vilões. Ele trucida dezenas deles, em algumas das sequências de violência mais estúpidas do cinema. Um filme asqueroso. E aqui não está contemplada a questão de gostar de cinema trash, aquela categoria na qual "quanto pior, melhor fica". "Rambo: Até o Fim" é um filme ignorante. Os únicos lampejos de inteligência são da equipe responsável por filmar cabeças explodindo e corpos despedaçados. Um final triste para um personagem que tinha potencial. Se é que esta vai ser mesmo a última aventura de Rambo. O primeiro filme, "Rambo - Programado para Matar" (1982), usa com engenho a situação de trauma dos soldados que voltam da guerra. John Rambo quer seguir sua vida, mas, provocado numa cidadezinha, reage com fúria. Os outros três filmes ficaram gradativamente piores. Agora, chegou ao fundo do poço. Aos 73 anos, Sylvester Stallone está horroroso, com o rosto deformado por plásticas e o físico bombado em que as veias saltadas parecem prestes a explodir. Mas como nada é tão ruim que não possa piorar, logo no início do novo filme ele é surrado implacavelmente, o que vai deixar seu rosto mais deformado ainda. Resumindo a tentativa de roteiro: aposentado, Rambo vive numa fazenda com a sobrinha, que trata como filha. A garota viaja ao México e lá é raptada. A partir daí, o filme é o confronto interminável entre Rambo e os caras maus. Mas ninguém deve esperar por lutas bem encenadas, com alguma emoção. O que surge é uma coreografia de massacre. Rambo mata os sujeitos com facadas, tiros de espingarda que explodem cabeças, golpes de facão que cortam qualquer parte do corpo. Braços, pernas, tripas, tudo sai voando. E há o que se convencionou chamar de "requintes de crueldade". Rambo está tão furioso que pode matar um mesmo bandido com facada, tiro e golpe de martelo. Violência no estilo "tudo ao mesmo tempo agora". Uma ou outra cena sangrenta pode até provocar risadas. Mas "Rambo: Até o Fim" nunca deixa de ser um insulto moral e intelectual para a plateia. RAMBO: ATÉ O FIM Produção: EUA, 2019 Direção: Adrian Grunberg Elenco: Sylvester Stallone, Paz Vega e Yvette Monreal Estreia: nesta quinta (19) Classificação: 18 anos Avaliação: ruim

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    Em plena era Trump, 'Rambo' ressurge na fronteira com México

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Há um mês estive no Espaço Itaú de Cinema em Botafogo para assistir ao novo Tarantino. Antes, Sylvester Stallone encheu a tela. Armas sendo carregadas, armadilhas com espetos, sangue, o olhar de peixe morto do personagem. Até que, ao final do trailer, o nome do filme aparece, "Rambo: Até o Fim". O cinema, lotado, caiu em gargalhadas. Quando foi que um personagem tão violento se tornou tão cômico, involuntariamente ridículo, a ponto de qualquer um dar risada quando ele é citado? Não foi no primeiro lançamento da série, "Rambo - Programado para Matar", de 1982. Baseado em um romance escrito dez anos antes por David Morrell, o filme era sério e pesado. Traduzia um sentimento pouco explorado até então pelo cinema americano, o de como a sociedade não acolheu bem os soldados que voltavam da guerra perdida no Vietnã. Um problema agravado pelo fato de muitos desses homens chegarem em casa com graves problemas psicológicos, que lembravam o "shell shock", o trauma de soldados da Primeira Guerra Mundial. Esses dois fatos são a base da história de John Rambo, que, de blusão militar, chega a uma cidadezinha americana e logo se vê importunado pelo xerife. Em suas tentativas de sair da enrascada, Rambo explode e acaba literalmente mandando tudo pelos ares. Esse "Rambo" não chegou a ser um grande sucesso, faturando US$ 150 milhões ajustados para hoje (ou R$ 615 milhões) nos Estados Unidos. Os filmes de Stallone como Rocky Balboa, em 1976, 1979 e 1982, fizeram duas ou três vezes mais. Foi em "Rambo 2: A Missão", de 1985, que a coisa degringolou. Ali, o personagem se tornou a cara do sistema conservador, republicano e patriótico de Ronald Reagan, o presidente americano entre 1981 e 1989. Na história, o herói era mandado de volta ao Vietnã. A missão era libertar soldados americanos que estavam sendo mantidos como reféns, mesmo com o fim da guerra, dez anos antes. Com cenas que entrariam para o panteão da cultura pop, o filme faturou o dobro do primeiro. "Rambo 2" encarnava descaradamente a revanche americana contra o Vietnã. Rambo, sozinho, dava uma lição naqueles "malditos amarelos comunistas". Mas se isso era uma delícia de assistir, se você fosse um americano republicano, o mesmo não se pode dizer do resto do mundo, que viu outra coisa na tela: uma tentativa risível de reescrever a história da guerra que os EUA haviam perdido. Duas outras sequências se passaram, sem alarde: "Rambo 3", em 1988, no qual ele lutava contra as forças soviéticas no Afeganistão, e "Rambo", de 2008, em que se envolve em uma guerra civil em Mianmar -na mesma outrora Indochina onde fica o Vietnã. Seria coincidência que os ventos tenham trazido Rambo novamente agora, quando os EUA conservadores, republicanos e patrióticos de Donald Trump ressurgem com força? "Rambo: Até o Fim" traz toda a parafernália divertida que o personagem sempre carregou. Mas agora estamos a um passo da fronteira americana com o México, inimigo de Trump. Do outro lado dos muros e cercas, que aparecem algumas vezes, moram traficantes que vão raptar a filha de criação de John Rambo. É lá que o personagem busca vingança. Ele atrairá os mexicanos para sua fazenda, onde, a despeito dos prados verdejantes, do sol e de uma aconchegante casa, prefere morar em túneis que ele construiu. Se inspirou em suas lembranças do Vietnã, nas quais soldados comunistas cavavam abrigos. É sintomático -com Trump no poder, Rambo pôde sair do buraco em que se escondia para encarar mais uma vez os covardes inimigos da América.

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    Mensagem de empatia de Springsteen inspira filme com história real

    LOS ANGELES, EUA (FOLHAPRESS) - "Blinded By The Light" foi o primeiro single do disco de estreia de Bruce Springsteen, "Greetings from Asbury Park, N.J.", de 1973. A música agora batiza o novo drama da diretora Gurinder Chadha. Mas só na versão original em inglês. No Brasil, o filme que estreia nesta quinta (19) recebeu o título genérico de "A Música da Minha Vida". "Soa interessante, mas qual a razão? Bruce não é tão conhecido no Brasil?", pergunta a cineasta à reportagem. Quando descobre que Springsteen só visitou o país duas vezes, em 1988 e 2013, e que não é um nome tão popular quanto nos Estados Unidos ou Inglaterra, ela não desiste. "Precisamos mudar isso. Ele precisa voltar para tocar com Caetano Veloso e Marisa Monte." A improbabilidade do encontro só não é maior do que a da própria existência de "A Música da Minha Vida". O filme conta a história real de um adolescente de origem paquistanesa que descobre Springsteen e usa a música para suportar a xenofobia do dia a dia na Inglaterra da década de 1980. Ele é baseado na autobiografia "Greetings from Bury Park: Race, Religion and Rock N' Roll" (2007), de Sarfraz Manzoor. Manzoor conheceu a música de Springsteen no colegial e, mais tarde, começou a segui-lo por diversos países, testemunhando mais de 150 shows e outros eventos. Na pré-estreia londrina de "The Promise: The Making of Darkness on the Edge of Town", de 2010, documentário oficial sobre Springsteen, o jornalista foi tietá-lo no tapete vermelho ao lado de uma amiga, também fã do roqueiro. Era a diretora Gurinder Chadha. "Me perguntava se éramos os únicos fãs de Springsteen com aquele visual asiático", brinca a diretora. "Ele reconheceu Sarfraz dos shows e se aproximou de nós." Naquele momento, a diretora já tinha feito sucesso com "Driblando o Destino" (2002), filme que revelou a atriz Keira Knightley, e o jornalista tinha acabado de lançar o livro. Os dois queriam levar a biografia para o cinema, mas não começariam o projeto sem a benção de Springsteen, já que o roteiro é inteiramente ancorado por suas músicas e letras. "Bruce falou que tinha lido o livro e que a história era linda. Falei que eu era uma grande fã e que dirigi 'Driblando o Destino'. Ele falou que ouviu falar do longa, então expliquei que gostaria de adaptar o livro, mas precisaria do apoio dele", lembra Chadha. "Bruce olhou para nós e disse: 'Me parece legal. Falem com Jon [Landau, produtor e agente de Springsteen]'. Foi assim que conseguimos." Com os direitos musicais garantidos, "A Música da Minha Vida" conta a história de Javed (Viveik Kalra), descendente de paquistaneses que vive na cinzenta Luton, nos arredores de Londres. Ele sonha com poesia, letras e música, mas precisa lidar com o pragmatismo do pai (Kulvinder Ghir), que enfrenta a crise econômica na Inglaterra de Margaret Thatcher, e o preconceito contra imigrantes. Temas que voltaram em 2019. "Não imaginava que o filme seria tão relevante hoje em dia", afirma a cineasta. "Assim que o brexit ganhou, fiquei chocada com o tamanho da xenofobia que emergiu. Achei tudo um horror e precisava falar sobre isso. Tornei o racismo que vivemos bastante visceral e grotesco no filme. Mas também queria mostrar que existe esperança, que a maioria das pessoas deseja viver junta em sociedade." Essa mensagem vem quando Javed descobre Springsteen. Ouvindo álbuns como "Born to Run" (1975), "Darkness on the Edge of Town" (1978) e "The River" (1980), o jovem é tomado por rebeldia, inspiração e indignação, pelo sentimento de ser considerado um pária. "Springsteen tem cantado por cinco décadas sobre como devemos nos respeitar, que ninguém vence a menos que todos vençam", diz Chadha. "Ele escreve sobre as pessoas à margem da sociedade, que lidam com depressão, desejam uma vida melhor, trabalhadores. Springsteen clama para que tenhamos empatia e simpatia uns pelos outros. Acho que agora precisamos dessa mensagem mais que nunca. Ele é um profeta." A MÚSICA DA MINHA VIDA Produção: Reino Unido, Estados Unidos, 2019 Direção: Gurinder Chadha Elenco: Viveik Kalra, Kulvinder Ghir e Meera Ganatra Estreia: nesta quinta (19) Classificação: 12 anos

  • ‘Barrados no Baile’: veja como estão os atores
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    Redação Vida e Estilo

    ‘Barrados no Baile’: veja como estão os atores

    Os atores mudaram depois de 30 anos após a esteia da série em 1990

  • Advogados de Frank Sinatra proibiram cantor de casar com Marilyn Monroe, diz biógrafo
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    Advogados de Frank Sinatra proibiram cantor de casar com Marilyn Monroe, diz biógrafo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O romance entre Frank Sinatra e Marilyn Monroe não foi para frente porque os advogados do cantor o proibiram de tomar essa decisão. Essa informação foi divulgada pelo jornalista Charles Casillo, que escreveu diversas biografias da estrela de cinema e agora mantém um podcast sobre a atriz, que cometeu suicídio em 1962.  A série em áudio "The Killing of Marilyn Monroe" está disponível na Apple, e tem como objetivo investigar os últimos dias da atriz, analisando sua carreira, casamentos e outros temas assuntos. O documentário em áudio tem 12 partes.  O jornalista conta que o cantor estava decidido a se casar com a atriz no início dos anos 1960. Sinatra agia como um protetor de Monroe e deixou clara suas intenções a pessoas próximas. No entanto, um de seus advogados recomendou que ele desistisse da ideia. "Disseram que ele poderia ter sua vida destruída se casasse com a maior sex symbol da América", afirmou Casillo. "O advogado explicou a Sinatra que estava claro que a atriz cometeria suicídio e que se isso ocorresse enquanto eles estivessem casados, ele passaria a ser o responsável pela morte da estrela", esclarece o jornalista. O último marido de Monroe foi Arthur Miller. Eles ficaram juntos de 1956 a 1961.  Em 2015, o jornal The Telegraph informou que James Kaplan publicou um livro intitulado "Sinatra: The Chairman", que fornece um relato detalhado do relacionamento do cantor com Monroe. "Não havia dúvida de que Frank estava apaixonado por Marilyn", disse o gerente de talentos Milt Ebbins em trechos do livro. Segundo a publicação, Sinatra e Monroe se conheceram em 1954 enquanto ele ainda era casado com a atriz Ava Gardner. Eles começaram um relacionamento em 1961, que durou vários meses. "Sim, Frank queria se casar com o largo", citou Kaplan Jilly Rizzo, confidente próximo de Sinatra, no livro. "Ele perguntou a ela e ela disse que não." Monroe estava sofrendo de uma forte depressão, crises de ansiedade e de baixa autoestima e que estava em tratamento com um psiquiatra, segundo especialistas.

  • 15 produtos de beleza essenciais para a sua necessaire por menos de R$ 50
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    Redação Vida e Estilo

    15 produtos de beleza essenciais para a sua necessaire por menos de R$ 50

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  • Quer arrasar no delineador? Veja nossas dicas!
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    A maquiadora Juliana Rakoza ensina seis truques infalíveis para criar o charmoso "olho de gatinho".

  • “A Fazenda”: Bifão afirma que não existe racismo
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    Patrick Monteiro

    “A Fazenda”: Bifão afirma que não existe racismo

    A peõa deu a declaração polêmica durante bate-papo com Thayse e Andréa Nóbrega, que concordaram

  • Juliana Paes diz que dá unfollows para manter a saúde e revela suas dicas de pele
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    Juliana Paes diz que dá unfollows para manter a saúde e revela suas dicas de pele

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os cuidados com a pele são parte fundamental da rotina de Juliana Paes, 40, que está atualmente na TV como Maria da Paz em "A Dona do Pedaço" (Globo). A atriz, que acaba de se tornar embaixadora do novo massageador facial Luna 3 da Foreo, diz que não cria desculpas e sempre arranja tempo para se cuidar. "Quanto mais madura a gente vai ficando, mais esperta fica", disse Paes durante evento da Foreo em São Paulo. "Priorizamos produtos multifuncionais, coisas que facilitem a rotina e que dê para fazer durante o banho. [...] Apesar de eu ter uma rotina [de cuidados com a pele] muito completa, ela é ágil". A atriz revelou alguns de seus hábitos para manter a pele saudável, como passar muito protetor solar ao longo do dia o dia, beber litros de água, usar produtos antioxidantes e evitar o sol. "Eu não tomo mais sol como tomava antes. Há coisas que a gente tem que ir abrindo mão na vida. Eu adoro ficar igual a uma lagartixa no sol, mas hoje em dia a gente não pode mais fazer isso", conta.  Ela ainda revela que seus produtos favoritos no momento são os séruns (líquido de rápida absorção com ações hidratantes, clareadoras e anti-idade) e primers, que criam o "efeito lifting" de esticar a pele para cima. Além deles, uma receita caseira que ela sempre costuma usar é um esfoliante natural feito de mel e fubá -"livre de conservantes e de karma", brinca. Além disso, ela diz que o segredo para uma boa pele e para a saúde é levar uma vida tranquila. "Tentar levar uma vida o menos preocupada possível. Isso pode parecer bobo, clichê, mas é verdade. A gente está franzindo o tempo todo, preocupada o tempo todo, e isso tira muito o brilho da nossa pele". A proposta se estende para o mundo online, mesmo que isso signifique se afastar das redes sociais e celulares. "Eu acho que hoje em dia é muito difícil a gente ficar desconectado, mas dá para filtrar. Dá uns unfollows em uns perfis que você não gosta muito. Tem uma galera que nos irrita quando a gente olha. Esquece! Vai para os perfis em que quando você lê as frases, você se sente bem. Tem uma galera que faz você se sentir bem", disse. "Tudo são escolhas".

  • Longa com Julianne Moore é um melodrama raso, mas que funciona
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    Longa com Julianne Moore é um melodrama raso, mas que funciona

    FOLHAPRESS - "Depois do Casamento", de Bart Freundlich, trata de maternidade e abandono. São dois temas fortes, de altíssimo potencial melodramático. Evidentemente não falta emoção ao filme. Talvez um de seus maiores problemas seja o do excesso: há duas maternidades em jogo, e três ou quatro abandonos. Diretora de um orfanato na Índia em estado de penúria, Isabel (Michelle Williams) viaja a Nova York para encontrar-se com Theresa (Julianne Moore), rica diretora de uma agência de publicidade disposta a fazer-lhe uma generosa doação. A dificuldade, no primeiro momento, é Jacob despedir-se de Jay (Vir Pachisia), um órfão de oito anos de quem cuida com especial afeto. Ela parte, prometendo estar de volta em uma semana, a tempo do aniversário do garoto. O luxuoso hotel em Manhattan onde a protagonista se hospeda parece-lhe, então, obsceno, tamanho o contraste com a realidade indiana de onde ela vem. Isabel chega à cidade às vésperas do casamento de Grace (Abby Quinn), filha de sua patrocinadora e, assim, acompanha sem querer parte dos preparativos. O que fazer se não houver lagosta suficiente para o risoto dos convivas? O choque entre a abertura do filme, que ostenta os tons terrosos da pobreza indiana, num registro que não foge dos estereótipos, e a chegada a Nova York, numa palheta de azuis muito limpa, também incomoda o espectador. Ainda mais perturbadora, porém, é a forma como o filme -e até a protagonista- rapidamente se adapta ao mundo de opulência e facilidades, e a miséria indiana se apaga pouco a pouco da memória. Em uma sequência de 'turning points', o roteiro revela que Jay não é o único órfão da história. Todas as mães ali já abandonaram suas crias em algum momento -ou estão prestes a fazê-lo. As descobertas dos múltiplos abandonos, escondidos no passado ou à espreita num futuro próximo, rendem cenas repletas de lágrimas. Se separadamente essas cenas poderiam ser potentes, no conjunto elas causam a sensação de exagero. Remake de um filme de mesmo título rodado por Susanne Bier em 2006, "Depois do Casamento" lança um olhar amoroso sobre mães que em algum momento não têm alternativa senão separar-se dos filhos e, sob a aparência inicial de que sobressaem julgamentos severos, a moral da história favorece a empatia e os laços afetivos que sempre podem surgir e ressurgir. Ainda que a performance de Julianne Moore seja sempre cativante, não espere a força política de "As Horas", inspirado em Virginia Woolf. Nem a potência de "Kramer versus Kramer", outro filme sobre o abandono materno. Trata-se de um melodrama mais raso -mas que funciona. DEPOIS DO CASAMENTO Quando: estreia nesta quinta (19) Elenco: Billy Crudup, Julianne Moore, Michelle Williams e outros Produção: EUA, 2019 Direção: Bart Freundlich Avaliação: regular

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    Remake de drama indicado ao Oscar troca gêneros dos protagonistas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um homem que deixara tudo para trás para trabalhar como voluntário na Índia vê o orfanato que coordena à beira da falência. Um dia, um empresário se oferece para financiar o lugar.  A única condição é que o homem apresente o projeto pessoalmente. Ao chegar lá, reencontra um grande amor do passado -hoje, mulher do ricaço que o convidou. A trama descrita acima pertence a "Depois do Casamento", longa dinamarquês assinado por Susanne Bier e indicado ao Oscar de filme estrangeiro em 2007. Troque os gêneros dos personagens e o resultado é o remake homônimo que estreia nesta quinta (19), agora com direção do americano Bart Freundlich. Na versão hollywoodiana, o idealista taciturno antes vivido por Mads Mikkelsen (da série "Hannibal") vira Isabel, papel de Michelle Williams. É ela que é intimada a viajar a Nova York por Theresa, magnata das novas mídias interpretada por Julianne Moore. Theresa tem a vida perfeita. Além de bancar os luxos da família, também é uma esposa apaixonada pelo marido Oscar, um artista plástico, e mãe dedicada aos dois filhos e a enteada Grace -é dela o casamento que batiza o filme. É a segunda vez que Moore protagoniza um remake de um filme estrangeiro só neste ano. Em março, ela encarnou o papel-título de "Gloria Bell", refilmagem do longa chileno "Glória", de 2013. Para o diretor Bart Freundlich, marido e colaborador habitual de Moore, a onda de refilmagens não é motivada por uma carência de roteiros originais na Hollywood de hoje, mas por uma "expansão de horizontes" mais ampla da indústria. "Estamos nos deparamos com histórias que talvez não parecessem comercialmente viáveis antes", diz. Ele afirma, no entanto, que prefere pensar em "Depois do Casamento" menos como um remake e mais como uma releitura, já que as mudanças inauguradas com as trocas de gênero dos personagens principais trouxeram novidades significativas para a narrativa. Uma delas é a superposição de uma camada feminista ao original dinamarquês, já que a protagonista passa a ser uma mulher bem-sucedida na carreira e na família. "Só de não fazer disso o foco da história já é um grande progresso", opina Freundlich. O diretor acrescenta que a própria adaptação do roteiro o ajudou a entender o machismo estrutural da indústria. "Percebi como os homens costumam ter mais acesso a papéis complexos, tridimensionais." A segunda -e aí vem spoiler- é uma saída um tanto rocambolesca para uma trama que, desde o original, já tinha ingredientes de melodrama. Na trama dinamarquesa, o protagonista descobre que a mulher do empresário é uma antiga namorada, e que a jovem que há pouco vira subir no altar é, na verdade, sua filha. Mas uma coisa é um homem desconhecer o fato de que é pai. Uma mulher que ignora ser mãe é uma situação, no mínimo, pouco verossímil. A solução de Freundlich para a encruzilhada é mais plausível, mas ainda assim confusa. Não que o diretor, que acumula comédias românticas no currículo, não goste de um bom melodrama. Ele conta que, em tempos de franquias de super-heróis, tem certa nostalgia dos representantes do gênero que foram filões nos anos 1980, como "Laços de Ternura" e "Gente como a Gente". "Nos meus filmes, não há heróis ou vilões, apenas pessoas que tomaram decisões cujas consequências são reveladas em cena", reflete.

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    25 anos de 'Friends' é comemorado no Brasil com batom azul de Joey e venda de produtos oficiais

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Friends", uma das séries mais marcantes dos últimos tempos, está completando 25 anos de existência e promovendo celebrações por diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. Nesta quarta-feira (18) a exposição imersiva da série na Casa Warner abriu suas portas em São Paulo para que 44 mil visitantes possam ver de perto algumas referências da produção até 13 de outubro. Dentro da exibição, é possível tirar fotos em uma reprodução do icônico sofá do Central Perk, fazer uma apresentação da canção "Smelly Cat" de Phoebe, "vestir" uma cabeça de peru como Monica e até experimentar o batom azul de marca japonesa que Joey promove em um dos episódios. Outras ativações permitem que você aprenda uma coreografia da série ou descubra qual dos seis personagens mais se parece com você. Um painel relembra os principais momentos da produção, enquanto as demais áreas da Casa expõem reproduções de objetos marcantes, como a mesa de pebolim de Joey e uma enorme estátua de um cão branco. Há até uma réplica da varanda do apartamento da Monica e de sua emblemática porta roxa. Ao final da visita, os fãs podem comprar produtos originais da Warner com o tema de "Friends", como meias, camisetas, almofadas, bonés, canecas, broches e chaveiros -estes dois últimos, os itens mais baratos, vendidos a R$ 20. O valor é quase o mesmo que o dos ingressos para a visita, que já estão esgotados. "Friends" teve seu primeiro episódio no ar nos EUA no dia 22 de setembro e 1994. Desde então, tornou-se fenômeno mundial e um dos ícones mais fortes da cultura pop, tornando conhecido o sexteto Monica (Courtney Cox), Phoebe (Lisa Kudrow), Rachel (Jennifer Aniston), Joey (Matt LeBlanc), Chandler (Matthew Perry) e Ross (David Schwimmer). PRESENTE PARA OS FÃS Ainda dentro do pacote de comemoração dos 25 anos da série, a Warner lançou na semana passada um aplicativo gratuito para Android e iOS com o nome de "Friends 25". Disponível em português, inglês e espanhol, o app permite que fãs testem seus conhecimentos sobre a série em uma brincadeira de perguntas e respostas, aprendam nove receitas mostradas ao longo dos episódios, e incluam filtros 3D em suas fotos -como o peru na cabeça do episódio do Dia de Ação de Graças.  Para completar a comemoração, a Warner Channel exibe as dez temporadas da série em sequência, 24 horas por dia, até domingo (22).

  • Ator Mouhamed Harfouch investe na música e emplaca single em 'Órfãos da Terra'
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    Ator Mouhamed Harfouch investe na música e emplaca single em 'Órfãos da Terra'

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Impulsionado pela experiência de cantar no musical "Ou Tudo ou Nada" e na última edição do reality Popstar (Globo), o ator Mouhamed Harfouch, 41, pôde ver um single de sua autoria na novela "Órfãos da Terra". A música "Volta" foi cantada por Benjamin (Filipe Bragança), numa serenata para a médica Letícia (Paula Burlamaqui).  "Essa música fala sobre um cara que está sofrendo pelo término de uma relação, mas o refrão é uma declaração de amor positiva. A música é solar, mesmo tendo alguma coisa de sofrida. É um arrombo da juventude", afirma Mouhamed, que também integra o elenco da trama das seis. O ator conta que a composição foi feita há cerca de 15 anos e ficou na gaveta este tempo todo porque ele não se via como músico. Mas ela não é a única, ele conta que tem mais de 40 canções ainda guardadas.  "Sempre canto e toco em roda de amigos, de brincadeira. Mas na época de 'Ou Tudo ou Nada', um pouco antes do Popstar, eu tomei coragem de dividir isso com o público. Desde essa época, não parei mais de fazer a minha aula de canto. Isso já tem quatro anos", conta ele, que já prepara o lançamento da próxima música: "Lente Aberta".  Os singles fazem parte de um EP com quatro faixas a ser lançado por Mouhamed através do selo Fluve, da Som Livre.  Todas as canções terão seus respectivos clipes e o ator fará uma mini-turnê para divulgar seu trabalho musical. Já tem até shows marcados em cidades nordestinas como João Pessoa, Campina Grande e Recife. "Eu precisava exorcizar o meu medo e comemorar a coragem de me libertar", afirma Mouhamed, que apesar de se considerar um amante da música, mas despretensioso e que usa a música para colocar suas ideias para fora. "Compor é um exercício que sempre fiz a vida toda. É como se fosse um diário." DA COMÉDIA AO DRAMA No ar como o romântico Ali em "Órfãos da Terra", que está na reta final, Mouhamed encerra esse trabalho, classificando-o como especial, cheio de surpresas. "Pela sinopse, eu já sabia que seria uma novela corajosa, importante, muito humana e que abraça um assunto tão pertinente que é a situação do refugiado. Com relação ao Ali, eu sabia que ele teria um grande amor, que era rapaz apaixonado, romântico e tal, mas o desenrolar da história dele foi muito legal porque fui da comédia para o drama, para a sensibilidade. Vivi um pouco de tudo dessa novela." O casal Ali e Sara (Verônica Debon), um dos mais shippados do folhetim, finalmente vivem dias de paz, agora esperando os filhos gêmeos, após terem passado boa parte da trama em meio a brigas por divergências culturais entre suas famílias.  O que abala este núcleo da novela agora é a condição de Mamede (Flávio Migliaccio): o avô de Ali está com mal de Alzheimer -doença que se manifesta apresentando deterioração cognitiva e da memória de curto prazo e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais que se agravam ao longo do tempo. "Os pais do Ali morreram muito cedo e Mamede é o alicerce dele. Lidar com essa 'perda' é acabar o mundo para o Ali. Tenho recebido muito carinho nas ruas de pessoas que passaram por essa mesma situação, com a perda de um parente, de um amor... As pessoas se emocionam, choram e agradecem", conta ele. "Essa passagem mostra a impotência da gente diante da finitude da vida. Não somos donos do tempo e não controlamos absolutamente nada (...) A novela é muito importante nesse momento, para que a gente possa trabalhar nosso olhar empático, de compaixão e de solidariedade. O único instrumento revolucionário e capaz de uma verdadeira transformação é o amor", reflete. Mouhamed diz acreditar que aprendeu bastante com o seu trabalho no folhetim de Duca Rachid e Thelma Guedes e já tem outros projetos engatados. Ele estará no elenco da peça "Quando Eu For Mãe Quero Amar Desse Jeito", de Eduardo Bakr, com previsão de estreia para o primeiro semestre de 2020, e estrelará o filme "Uma Pitada de Sorte", ao lado da atriz Fabiana Karla. O longa ainda não tem data definida para chegar aos cinemas.