• Confira ótimas sobremesas para adoçar o seu Ano Novo
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    Redação Vida e Estilo

    Confira ótimas sobremesas para adoçar o seu Ano Novo

    Mousse de chocolate e Pavê de maracujá. Selecionamos sobremesas práticas e saborosas que combinam perfeitamente com o Réveillon para você começar o novo ano doce e feliz

  • 65 anos do Parque do Ibirapuera: a história e os novos rumos do parque
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    Redação Vida e Estilo

    65 anos do Parque do Ibirapuera: a história e os novos rumos do parque

    O parque símbolo da capital paulista faz aniversário e se prepara para ser concedido à iniciativa privada. Saiba mais sobre o Ibirapuera

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    Público presencia ataques de zumbis e tem imersão no universo dos mortos-vivos na CCXP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O canal AMC promove em seu estande na CCXP uma imersão no universo de "The Walking Dead", série dos mortos-vivos que assolam o mundo num cenário pós-apocalíptico. Porém, o canal chega com uma novidade: apresenta um novo projeto, uma vertente que deverá estrear em 2020: "The Walking Dead: World Beyond". O visitante que passar pelo estande poderá ter uma experiência sensorial imersiva, presenciar ataques de hordas de zumbis e ver cenários inspirados em locações reais. O público poderá se sentir literalmente dentro da série. A imersão combina tecnologia e os sentidos como o tato e o olfato.  "The Walking Dead: World Beyond" apresenta uma história de aventura, com foco em temas como amizade, família, traumas e a reconstrução da sociedade. Tudo observado com uma perspectiva única sobre amadurecimento e sobrevivência em um mundo dominado por mortos. Chega em 2020 no AMC.

  • CCXP: Personagem negra e parceria com Star Wars estão entre outras novidades de Maurício de Sousa
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    CCXP: Personagem negra e parceria com Star Wars estão entre outras novidades de Maurício de Sousa

    Entre os lançamentos da Maurício de Sousa Animações, está uma parceria exclusiva da linha Mônica Toy com a Disney.

  • Prime Video, da Amazon, lança suas primeiras séries brasileiras em 2020
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    Prime Video, da Amazon, lança suas primeiras séries brasileiras em 2020

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Amazon Prime Video revelou nesta quarta (4), em São Paulo, que irá lançar ao longo de 2020 suas primeiras séries originais produzidas no Brasil. Em um evento que reuniu jornalistas em um hotel na zona sul da cidade, executivos do serviço de streaming da empresa apresentaram seis projetos, em diferentes estágios de produção. O primeiro a estrear, em 31 de janeiro, será "Tudo ou Nada: Seleção Brasileira", sobre a participação do escrete nacional na Copa América de 2019. A série documental integra a franquia "All or Nothing" da Prime Video, que acompanha as campanhas de equipes esportivas, e foi produzida pela Pitch International com apoio da produtora brasileira bigBonsai. Ainda sem data definida, também chega em breve o reality competitivo "Soltos em Floripa", com oito jovens de várias partes do país dividindo uma mesma casa na capital catarinense. Realizado pela Floresta Produções, o programa também conta com um time de comentaristas encabeçado por Pabllo Vittar. Presente ao evento, a cantora provocou a plateia, prometendo ousadias ainda maiores do que as de outras atrações do gênero. Esses dois programas já haviam sido anunciados há alguns meses, mas tiveram novos detalhes apresentados. Os outros quatro traziam maiores novidades. O mais vistoso é a série "Dom", produzida pela Conspiração Filmes e dirigida por Breno Silveira ("Dois Filhos de Francisco").  A trama se baseia na história real de Pedro Machado Lomba Neto, conhecido como Pedro Dom - um rapaz de classe média que se tornou um dos criminosos mais conhecidos do Rio de Janeiro. Um time de ex-contratados da Globo encabeça o elenco: Gabriel Leone ("Onde Nascem os Fortes") encarna o protagonista e Flavio Tolezani ("Verão 90") interpreta seu pai, um ex-agente da polícia. Isabella Santoni ("Orgulho e Paixão") faz uma garota ligada ao mundo do funk. A entrada da Amazon no mercado brasileiro de audiovisual coincide com o momento em que a Globo está deixando de renovar os contratos de longo prazo que mantinha com dezenas de atores famosos. Sem vínculos com a maior emissora do país, muitos deles estão encontrando trabalho nas produções para o streaming. "Os nossos contratos não exigem exclusividade dos atores, mesmo que eles estejam participando de séries com várias temporadas previstas", disse à reportagem James Farrell, vice-presidente de produções originais internacionais da Amazon. "No modelo atual, eles precisam estar livres para atuar em filmes ou séries de outros canais e plataformas." As outras três séries apresentadas ainda não entraram em produção. A comédia dramática "Setembro", da produtora O2, contará a história de uma mulher transexual que descobre que teve um filho de um relacionamento com outra mulher, sete anos antes. A equipe de roteiristas, liderada pela argentina Josefina Trotta, inclui a atriz e modelo trans Alice Marcone. "Lov3", da produtora Losbragas, acompanhará as aventuras amorosas dos irmãos Ana, Sofia e Beto, que exploram novas formas de relacionamento. E a Prodigo Films ficará a cargo de um projeto ainda sem título sobre o músico Marcelo D2.  Quase todos os projetos apresentados tratam de assuntos potencialmente controversos, como consumo de drogas ou diversidade sexual. Mas Jennifer Salke, a chefe global da Amazon Studios (a divisão da empresa responsável pela produção de conteúdo audiovisual), garante que não está seguindo uma estratégia semelhante à da HBO de 20 anos atrás, quando o canal pago procurava séries que seriam arriscadas demais para a TV aberta. "Não buscamos simplesmente chocar, mas ideias originais", afirmou a executiva. "Queremos ser o lugar onde os criativos se sintam confortáveis. Claro que almejamos o sucesso, mas ninguém vai ser demitido se um programa fracassar". Salke também comentou a noção, frequentemente difundida, de que a plataforma Prime Video é só mais uma porta de entrada de consumidores para a Amazon, que engloba dezenas de outras empresas. "Nossa função já foi a de atrair esses clientes, mas não é mais. Nosso streaming cresceu tanto que já é, por si só, uma das principais fontes de renda da companhia." São os próprios talentos, segundo ela, que querem expandir seus negócios dentro da Amazon. "Rihanna, por exemplo, produziu conosco o desfile de sua grife", continuou Salke. "Depois de vê-lo, o espectador pode comprar as peças em nossa loja virtual." A chegada da Amazon, que não usa dinheiro público em suas produções, também significa um alívio para as produtoras brasileiras, atualmente ameaçadas pelas restrições impostas pelo novo governo. "O mercado se fechou por um lado, mas se abriu por outro", diz Elisabetta Zenatti, da Floresta Produções. Estamos começando a trabalhar muito por causa do streaming."

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    Nicholas Galitzine será Príncipe Robert em nova versão do clássico infantil Cinderela

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nicholas Galitzine, 25, viverá o Príncipe Robert na nova versão de "Cinderela". O músico e ator tornou-se conhecido ao interpretar Elliott Lefevre na série Chambers, da Netflix. Além disso, o britânico também está entre os artistas cotados para participar do remake do longa "Jovens Bruxas". "Bem, acho que as notícias estão saindo... tão feliz por finalmente poder anunciar que vou interpretar o príncipe Robert ao lado de Camila Cabello, 22, em Cinderela. Além de emocionado por dar vida a esse personagem, e completamente preparado para se sentir totalmente sem talento em comparação com Idina Menzel, e Billy Porter", publicou o ator em seu Instagram para contar a novidade.  A nova versão do clássico infantil será adaptada para os dias atuais e terá Camila Cabello como protagonista. O longa que tem previsão de estreia para fevereiro de 2021 será o primeiro trabalho da cantora cubana como atriz. O elenco ainda contará com Idina Menzel, 48, vivendo a Madrasta Má e Billy Porter, 50, como a Fada Madrinha.

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    'A Cor Púrpura' traz onda de representatividade ao teatro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em 2015 estreava na Broadway o revival de "The Color Purple", musical baseado no romance e no filme homônimos de Alice Walker e Steven Spielberg, respectivamente. Sob a produção da apresentadora e empresária Oprah Winfrey, levou dois prêmios Tony e emocionou milhares de espectadores --entre eles, o diretor e produtor paulista Tadeu Aguiar. "Eu não consegui me levantar no intervalo. Fiquei lá sentado, chorando e impactado", conta Aguiar, que agora produz e dirige a versão brasileira do espetáculo, que estreia em São Paulo nesta sexta (6) após temporada no Rio de Janeiro. Com elenco formado por 18 atores negros, o musical é, na visão de Aguiar, um ato político. "Está em cena um elenco todo de negros falando de temas como masculinidade tóxica, machismo, feminicídio e representatividade. Isso para mim é política", diz o diretor que, em 2016, já havia montado um elenco formado completamente por atores negros na encenação de "Love Story." Ele escalou para a sua produção de "A Cor Púrpura" a cantora e atriz Jennifer Nascimento enquanto ela ainda concorria à final do programa PopStar, da Rede Globo. Nascimento deixou a produção para protagonizar "Summer", musical sobre a vida e a obra de Donna Summer, que chega ao Brasil em 2020 sob a direção de Miguel Falabella. No seu lugar foi escalada a atriz e cantora Letícia Soares, que, aos 37 anos, interpreta sua primeira protagonista e acredita que isso seja um sinal dos novos tempos "Estou em São Paulo há seis anos fazendo musical e, com exceção de 'O Rei Leão', não tinha visto essa efervescência. E apesar do momento político, fico feliz, porque tenho visto novos artistas que se parecem comigo", afirma a atriz. Aos oito anos, Soares entrou em contato pela primeira vez com a história da jovem Celie, que é estuprada pelo pai aos 14 anos, e dá à luz dois filhos, dos quais é separada e, para aplacar sua solidão, escreve cartas que não envia. "Imagina uma criança vendo isso, era muito impactante. Era o filme favorito da minha tia e ficou guardado em mim", relembra. "Uma história como essa, que mostra a trajetória do enfrentamento da violência, da força do feminino, é muito importante sobretudo porque as pessoas estão pouco dispostas a ouvir, se baseando em verdades absolutas sem fundamento e sem diálogo", diz a atriz que pretende voltar a se aventurar como produtora. "Não dá para esperar que botem palavras nas nossas bocas. Se não tiver audição, canto na praça. A arte dá um jeito de acontecer. A partir do momento que você é tocado, não vive sem ela", diz Soares A COR PÚRPURA Quando: Sex., às 20h30. Sáb., às 18h e às 21h30. Dom., às 19h. Até 12/1 Onde: Theatro Ne, r. Olimpíadas, 360, Vila Olímpia, São Paulo Preço: R$ 75 a R$ 220 Classificação: 12 anos

  • Luan Santana diz não falar com Paula Fernandes desde que se recusou a participar do DVD dela
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    Luan Santana diz não falar com Paula Fernandes desde que se recusou a participar do DVD dela

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em maio de 2019, Paula Fernandes e Luan Santana lançaram "Juntos", inspirada na premiada canção "Shallow", de Lady Gaga, 33, e Bradley Cooper, 44. O que aparentava ser uma parceria musical de sucesso acabou em polêmica, com rumores de desentendimento entre os artistas, que culminou no cancelamento da participação de Santana no DVD de Fernandes.   O cantor explicou a questão para o programa A Tarde É Sua (RedeTV).  "A gente não se falou mais, mas gosto muito da Paula. Admiro muito a carreira dela e tudo o que ela já fez pela música sertaneja e brasileira. Quero falar com ela. Acho que não tem nada de mal e a gente não ficou de mal, simplesmente não se falou mais. Mas é uma coisa que vai acontecer de uma forma muito natural até porque não tem nada de errado". O problema surgiu após o público não só estranhar, mas criticar a falta de sentido do refrão da canção "juntos e shallow now" (que, em tradução livre significa juntos e raso agora). A repercussão foi tão grande que gerou as mais diversas brincadeiras, incluindo memes e piadas.  Quando isso aconteceu, Luan se pronunciou em entrevista ao UOL.  "Cheguei a falar para ela quando recebi: 'Paula, esse 'Shallow now' está soando um pouco diferente, meio ruim'. Me soou meio brega, assim, sei lá... Soou ruim, não entrou no meu ouvido. Aí falei: 'vamos trocar essa partezinha'". Para o artista, a melhor solução teria sido "juntos até o final. "A música estava tão linda. Não achei que valia a pena sacrificar por causa do final, de uma frase. Dava para trocar, tinha um monte de coisa que dava para pôr".

  • Samantha Schmutz desmente briga com Marcus Majella: “Não existe”
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    Patrick Monteiro

    Samantha Schmutz desmente briga com Marcus Majella: “Não existe”

    A comediante e atriz ainda refletiu sobre o momento que vivemos na sociedade. “Estamos em um momento crucial de lutar contra a violência"

  • Tropkillaz lança clipe de animação de 'Quem Mandou Chamar' com Iza e Matuê na CCXP
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    Tropkillaz lança clipe de animação de 'Quem Mandou Chamar' com Iza e Matuê na CCXP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após parcerias de sucessos com Anitta e Major Lazer, o duo Tropkillaz aposta nas vozes da cantora pop Iza e do trapper Matuê para a mais recente empreitada musical: "Quem Mandou Chamar", lançada nas plataformas digitais nesta sexta-feira (6). "É uma música de empoderamento, mostrando o ponto de vista feminino", afirmam Zé Gonzales e André Laudz, que compõem a dupla, em conversa com a reportagem. Expoente da música "trap", o duo surgiu em 2012 e no mesmo ano estourou com "Mambo", conquistando fãs nos Estados Unidos, Europa e Ásia. A nova canção mistura ritmos diferentes aos quais os quatro músicos estão acostumados: o hit tem ritmo latino, com "uma onda tropical" e um "drop". "Queríamos algo totalmente fora do funk agora. Somos bem abertos à mistura, e bem ecléticos como DJ", diz a dupla. "Trouxemos duas pessoas inusitadas para colaborar, juntas. A ideia era essa. Ter o Matuê fora da zona de conforto dele, que é o trap, por exemplo", completa.  Se a música é destaque por conta da variedade de vozes, o clipe surpreende pela quantidade de trabalho que gerou. Em formato de animação 2D, ele demorou quase cem dias para ser produzido e finalizado, segundo Zé Gonzales.  O lançamento oficial do clipe acontece nesta sexta durante a CCXP (Comic Con Experience São Paulo), evento de cultura pop que acontece de quinta (5) até domingo (8) em São Paulo. Eles vão participar de um painel, às 17h, no Creators Stage by Trigg, para falar sobre a revolução dos clipes e animação.  "O clipe foi feito quadro a quadro, em detalhes. Achamos legal ir para esse conceito diferente, sem mostrar as nossas caras, mas sim bonecos animados", diz ele, contanto que todos eles terão avatares no clipe.

  • Taylor Swift critica pressão para que mulheres engravidem
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    Taylor Swift critica pressão para que mulheres engravidem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Taylor Swift, 29, criticou a cobrança social para que mulheres tenham filhos e comecem uma família ainda muito jovens. Para a cantora. "Quanto mais as mulheres expressam seu desconforto publicamente, mais se torna a norma social que pessoas que fazem perguntas em festas como 'quando você vai começar uma família?' para alguém assim que completa 25 anos sejam consideradas um pouco rudes", disse a cantora. Na última edição da revista People, que a elegeu como uma das quatro "Pessoas do Ano", ela explicou que as mulheres deveriam se sentir confiantes em se posicionar de forma contrária a questões desse tipo. "É bom termos permissão para dizer: 'Ei, só para você saber, somos mais do que incubadoras". A artista acredita que ainda levará um tempo para que a sociedade entenda isso.  "Você não precisa perguntar isso a alguém apenas porque essa pessoa tem mais de 20 anos e é mulher". Swift disse, ainda, admirar aqueles que publicamente promovem a mensagem positiva de que o envelhecimento não é algo que se deva temer ou cause vergonha. "Eu realmente amo o fato de que há defensores no mundo falando muito bem do fato de que o envelhecimento não é uma marcha lenta para a irrelevância, a morte e a decadência", declarou a estrela, que nesta semana anunciou o lançamento de sua faixa de Natal  "Christmas Tree Farm". Também foram eleitas como "Pessoas do Ano" pela revista: Jennifer Lopez, 50, Michelle Obama, 55, e  Jennifer Aniston, 50. A atriz que deu vida a Rachel Green, no seriado  Friends (1994-2004), usou o Instagram para agradecer à publicação.  "Obrigada, People por me colocar em uma companhia tão boa".