22 anos depois: 5 curiosidades sobre a morte da princesa Diana

Mesmo depois de duas décadas de sua morte, a princesa é relembrada (Foto por Mike Kemp/In Pictures/Getty Images)

Em agosto de 1997, morria aos 36 anos, vítima de um acidente de carro em Paris, a princesa Diana. A vida e a morte da personagem, retratada em várias séries, filmes e documentários, está confirmada para a quarta temporada de ‘The Crown’, prevista para 2020.

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A escolhida para representar a princesa do povo é a jovem atriz Emma Corrin. Enquanto a quarta temporada de ‘The Crown’ não estreia, relembre cinco fatos que sustentam as teorias da conspiração em torno da morte de Diana.

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Troca de carros estranha

Durante o dia todo, a princesa Diana e Dodi circularam por Paris em um Mercedes que, mais tarde, deveria sair para recolher o casal no Hotel Ritz. No entanto, o veículo misteriosamente sofreu uma pane e não pegou, obrigando o motorista a conduzir outro Mercedes.

Escolha de uma rota mais longa

Na madrugada do acidente, por alguma razão desconhecida, Henry Paul (motorista), em vez de seguir pela rota mais curta para levar o casal do hotel até o apartamento de Dodi, optou por um caminho mais distante, ao longo do rio Sena, através do túnel da Pont d’Alma.

Segundo a versão oficial, o motorista teria mudado de caminho para fugir dos paparazzi. O estranho é que a troca de rota teria sido repentina e, curiosamente, nenhuma das 17 câmeras de segurança que existem pelo caminho tomado por Henry estavam funcionando quando o carro passou por ali.

A controvérsia envolvendo o motorista

Investigações conduzidas na época do acidente revelaram que Henry Paul havia bebido na noite do acidente. Entretanto, diversos especialistas teriam vindo a público para criticar os resultados dos exames de sangue e até a forma como a necropsia de Paul foi conduzida, apontando erros básicos que teriam sido cometidos nos procedimentos médicos.

Além disso, outro fato que chamou a atenção dos teóricos da conspiração é que existem evidências de que o motorista teria recebido vários depósitos de grandes somas de dinheiro em sua conta nos meses que precederam o acidente, o que não teria sido investigado.

Resgate demorado e parada de 5 minutos

Mesmo o lado em que Diana se encontrava no carro não ter sofrido grandes danos no acidente, a equipe de socorro levou longo tempo para retirá-la do veículo. Os bombeiros e a ambulância chegaram 7 minutos depois do acidente, mas a princesa só foi levada do túnel para o hospital 1 hora depois.

Quando a ambulância saiu com destino ao hospital, o veículo não passou dos 50 quilômetros por hora, passou reto por um hospital no caminho e ainda deu uma parada de cinco minutos no caminho, para aplicar uma injeção de adrenalina em Diana.

Mordomo teria relatada ameaças da família real

Durante as investigações sobre a morte de Diana, veio à tona uma carta que a princesa teria escrito a Paul Burrell, mordomo e amigo pessoal dela. Na nota, ela diz que suspeitava que a família real e o príncipe Charles estavam planejando forjar um acidente de carro. A carta foi tornada pública e, na época, diversas pessoas próximas à princesa suspeitaram que o mordomo havia forjado a letra de Lady Di.