22 anos depois: 5 curiosidades sobre a morte da princesa Diana

Redação Vida e Estilo
On the 20th anniversary of the death of Princess Diana, crowds of people gather to pay their respects, and to lay flowers, pictures and messages at the memorial to her on 31st August 2017 at Kensington Palace in London, United Kingdom. Diana, Princess of Wales became known as the People's Princess following her tragic death, and now as in 1997, thousands of royalists, and mourners came to her royal residence in remembrance. (photo by Mike Kemp/In Pictures via Getty Images Images)
Mesmo depois de duas décadas de sua morte, a princesa é relembrada (Foto por Mike Kemp/In Pictures/Getty Images)

Em agosto de 1997, morria aos 36 anos, vítima de um acidente de carro em Paris, a princesa Diana. A vida e a morte da personagem, retratada em várias séries, filmes e documentários, está confirmada para a quarta temporada de ‘The Crown’, prevista para 2020.

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A escolhida para representar a princesa do povo é a jovem atriz Emma Corrin. Enquanto a quarta temporada de ‘The Crown’ não estreia, relembre cinco fatos que sustentam as teorias da conspiração em torno da morte de Diana.

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Troca de carros estranha

Durante o dia todo, a princesa Diana e Dodi circularam por Paris em um Mercedes que, mais tarde, deveria sair para recolher o casal no Hotel Ritz. No entanto, o veículo misteriosamente sofreu uma pane e não pegou, obrigando o motorista a conduzir outro Mercedes.

Escolha de uma rota mais longa

Na madrugada do acidente, por alguma razão desconhecida, Henry Paul (motorista), em vez de seguir pela rota mais curta para levar o casal do hotel até o apartamento de Dodi, optou por um caminho mais distante, ao longo do rio Sena, através do túnel da Pont d’Alma.

Segundo a versão oficial, o motorista teria mudado de caminho para fugir dos paparazzi. O estranho é que a troca de rota teria sido repentina e, curiosamente, nenhuma das 17 câmeras de segurança que existem pelo caminho tomado por Henry estavam funcionando quando o carro passou por ali.

A controvérsia envolvendo o motorista

Investigações conduzidas na época do acidente revelaram que Henry Paul havia bebido na noite do acidente. Entretanto, diversos especialistas teriam vindo a público para criticar os resultados dos exames de sangue e até a forma como a necropsia de Paul foi conduzida, apontando erros básicos que teriam sido cometidos nos procedimentos médicos.

Além disso, outro fato que chamou a atenção dos teóricos da conspiração é que existem evidências de que o motorista teria recebido vários depósitos de grandes somas de dinheiro em sua conta nos meses que precederam o acidente, o que não teria sido investigado.

Resgate demorado e parada de 5 minutos

Mesmo o lado em que Diana se encontrava no carro não ter sofrido grandes danos no acidente, a equipe de socorro levou longo tempo para retirá-la do veículo. Os bombeiros e a ambulância chegaram 7 minutos depois do acidente, mas a princesa só foi levada do túnel para o hospital 1 hora depois.

Quando a ambulância saiu com destino ao hospital, o veículo não passou dos 50 quilômetros por hora, passou reto por um hospital no caminho e ainda deu uma parada de cinco minutos no caminho, para aplicar uma injeção de adrenalina em Diana.

Mordomo teria relatada ameaças da família real

Durante as investigações sobre a morte de Diana, veio à tona uma carta que a princesa teria escrito a Paul Burrell, mordomo e amigo pessoal dela. Na nota, ela diz que suspeitava que a família real e o príncipe Charles estavam planejando forjar um acidente de carro. A carta foi tornada pública e, na época, diversas pessoas próximas à princesa suspeitaram que o mordomo havia forjado a letra de Lady Di.