'30 anos de saudade', diz Gloria Perez em homenagem no aniversário de morte da filha

***ARQUIVO***RIO DE JANEIRO, RJ, BRASIL, 22-11-2012: Gloria Perez, (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
***ARQUIVO***RIO DE JANEIRO, RJ, BRASIL, 22-11-2012: Gloria Perez, (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A dramaturga Gloria Perez fez um post no Instagram em homenagem à filha Daniella Perez, cujo assassinato completa 30 anos nesta quarta-feira (28). "28/12/1992. 30 anos de saudade", escreveu.

Na publicação, compartilhou o vídeo da apresentação da escola de dança Jazz Carlota Portella, da qual a filha fez parte. No espetáculo de 2022, a escola reproduziu a apresentação de 1992 que teve participação de Daniella. No fundo do vídeo, uma tela mostra a filha de Gloria Perez dançando. "Uma linda e emocionante celebração da sua vida", disse a autora na legenda.

A atriz Cristiana Oliveira também fez um post no Instagram em homenagem a Daniella. Publicou uma sequência de imagens das duas juntas e um vídeo. "O Brasil nunca te esqueceu, Dani. Muito amor por você. 30 anos sem a sua presença física, mas sempre na memória e no nosso coração. De onde você estiver, sinta nossa saudade", escreveu.

Tatiana Issa, diretora da série documental "Pacto Brutal" sobre o caso de Daniella, publicou no Instagram uma foto do banner da série. "Hoje é um dia muito duro, dia 28/12. Dia que dois assassinos psicopatas tiraram a vida da nossa amada Dani, destruindo uma família inteira. Cada dia fazendo essa série era um soco no estômago, tanta injustiça e dor. Que algum dia a real justiça seja feita", escreveu.

Atriz e bailarina, Daniella Perez foi assassinada aos 22 anos e deixada num matagal por Guilherme de Pádua, ex-colega de elenco, em um crime que chocou país.

A polícia chegou até Guilherme de Pádua por causa de uma testemunha que teria visto o seu carro na cena do crime. A Justiça concluiu que o ator e sua então mulher, Paula Thomaz, armaram uma emboscada contra a vítima.

Ambos foram condenados por homicídio qualificado a uma pena de pouco menos de 20 anos de prisão. Eles receberam liberdade condicional em 1999, após terem cumprido um terço da pena. Guilherme de Pádua infartou e morreu no dia 6 de novembro de 2022.