Órfã 2: Longa metragem peca na execução de ótimas ideias mas garante bons sustos

A Órfã, lançado em 2009, se popularizou rapidamente e assisti-lo tornou-se obrigatório para os amantes do terror. Ame ou odeie, o longa-metragem sobre a menina Esther é comentado – e recomendado – até hoje quando se trata de cinema de terror. Com tamanho sucesso, até demorou para anunciarem uma sequência.

A demora foi tanta que hoje em dia eu diria que nem faz mais sentido ser produzida com a mesma atriz – mas foi. Isabelle Fuhrman, atualmente com 25 anos, retornou às telas dos cinemas como a jovem Esther de 9 anos em Órfã 2: A Origem, embora o intuito de manter a atriz que concedeu fama ao filme original seja louvável, há de se combinar que é nítido que a personagem não tem apenas 9 anos. No entanto, em momento algum os personagens questionam a aparência da jovem, é como se houvesse um acordo velado em ignorar o fato de que, na realidade, essa mulher dificilmente conseguiria se passar por uma criança.

Um detalhe interessante é que a ideia principal do enredo é, de fato, ótima, mas a execução peca em termos de coerência. Sem dar spoilers, posso afirmar que a história é surpreendente, e te entrega muito mais do que você imagina, com o passar do filme, você se sente instigado a saber mais não apenas sobre o passado de Esther/Leena, mas também sobre a família que a adota nos Estados Unidos.

Órfã 2: A Origem acompanha a vida de Esther antes de ser adotada pelo casal Coleman no primeiro filme. A prequela mostra Esther como Leena Klammer, seu nome verdadeiro, durante a fuga...

Órfã 2: Longa metragem peca na execução de ótimas ideias mas garante bons sustos
Leia Mais

Hellraiser recebe novo trailer aterrorizante com Cenobitas malignos
Margot Robbie desabafa sobre 'humilhação' por fotos vazadas de Barbie
Viola Davis se reúne com Lázaro Ramos e Taís Araújo para celebrar cultura negra: ‘Noite linda’